O angolano é, por natureza, um povo solícito e receptível a desafios

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X O angolano é, por natureza, um povo solícito e receptível a desafios Não há dúvidas que o angolano é um povo solícito, resiliente e receptível a desafios. A predisposição e disponibilidade do angolano em abraçar causas que resultem em ganhos colectivos é por demais conhecida, excepto por aqueles que por despeito tentam desvalorizar o carácter, a idiossincrasia e a resiliência do nosso povo… o povo angolano. O espírito batalhador presente na grande maioria dos angolanos é perceptível num conjunto de eventos do quotidiano angolense. Basta ver a forma intrépida e sacrificada como a zungueira e o roboteiro ganham o pão de cada dia, ou na criatividade dos “lotadores” de táxi para compreendermos que há em cada angolano uma chama de resiliência inapagável ardendo em seu âmago. A vontade e a predisposição dos angolanos em abraçar desafios, inclusive de natureza pecuniária, torna-se ainda mais evidente quando os mesmos se afiguram necessários para a consecução dos desígnios de melhoria da sua condição de vida. Não importa o esforço financeiro a ser feito ou o aperto que tenha momentaneamente que passar, desde que os benefícios ou vantagens se afigurem reais, de certeza absoluta que o angolano lutará para torná-los em realidade tangível. Vi esse espírito batalhador que caracteriza os angolanos na altura em que (já lá vão mais de vinte anos) a febre dos “jogos” piramidais (“jogos” baseados no sistema de pirâmides ou esquema de Ponzi[1]) tomou conta de Luanda; Vi isso aquando do projecto de electrificação das zonas periféricas de Luanda, onde ao invés de esperarem pela EDEL (hoje, ENDE) as populações se organizaram e, de forma solidária e solícita, asseguraram a construção das cabines de alvenaria necessárias para o usufruto dos serviços da empresa pública de energia. Foi igualmente notório o esforço que algumas pessoas (inclusive pessoas que não auferiam o mínimo para puderem suportar os custos mensais da renda a ser paga) fizeram para lograrem ter um tecto nas centralidades do Kilamba, Sequele e outras que foram sendo erguidas por esta Angola afora, enfim… O que estamos a querer explicar?!… Que esta predisposição dos angolanos abraçarem desafios e lutarem pela sua dignidade e bem-estar social e económico devia, na minha humilde opinião, servir de referência positiva a capitalizar, para contrapormos os factores (mormente económicos) que emperram a consecução dos desígnios de diversificação da economia, geração massiva de emprego e outros desígnios sociais e económicos que só poderão ser concretizados com a contribuição moral, intelectual, financeira e braçal de todas as franjas da sociedade, ou seja, de todas as forças vivas da nação. Apesar de estarmos a viver momentos difíceis (económica e orçamentalmente falando), podemos, ainda assim, se o povo compreender os desígnios e ganhos tangíveis a advirem do Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA), alavancar (por via da Contribuição de Melhoria Urbana e Social[2]) os recursos financeiros  necessários para a consecução, no curto prazo, das acções de infraestruturas verdes, hídricas, energéticas, habitacionais, produtivas, comerciais e outras previstas no referido projecto de inspiração divina. “Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?”, João 11:40. Pois é, angolano, tudo só depende de ti… da magnitude da tua fé. Acorda!!!… ________________________________________________________________________________________________________ [1] Em que consistia o “jogo” das pirâmides ou esquema de Ponzi? Um indivíduo recrutava três outros indivíduos para participarem do esquema, cada um deles depositando uma determinada quantia em dinheiro cujo valor ia crescendo à medida que cada um dos novos recrutados conseguia, igualmente, recrutar outros três novos participantes ao “jogo”, e estes também outros três e assim sucessivamente, com a promessa de obterem lucros astronómicos e tentadores, isto é, 500 ou 1000 vezes superior ao do valor investido. Agora faça as contas… tentador, não é?!…. [2] É a CMUS que assegurará a concretização das acções de infraestruturas sociais básicas, habitacionais, económicas, comerciais e outras previstas no Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR). 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Os caminhos para a paz, reconciliação e unidade dos angolanos

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Os caminhos para a paz, reconciliação e unidade dos angolanos A resistência à verdade e voz de Deus, é a par da falta de fé e perdão, egoísmo e soberba (falta de humildade) latentes nos corações das pessoas, um dos grandes males de que enferma o nosso país, e que vem postergando o desígnio divino de abençoar Angola e os angolanos. Todo o soberbo é convencido e averso a conselhos até ao dia em que tardiamente percebe que foi um tolo em não ouvir a voz de Deus. Embora alguém um dia tenha dito que vox populi, vox Dieu (“a voz do povo é a voz de Deus”), a verdade, porém, é que o oposto é que devia ser verdadeiro: vox Dieu, vox populi (“a voz de Deus é a voz do povo”). Se a voz de Deus fosse de facto a voz do povo, de certeza absoluta que não estaríamos na situação em que nos encontramos hoje. Há dias fomos enterrar uma pessoa muito próxima, e me “assustei” ao perceber a forma meteórica como crescera “demograficamente” o cemitério do Benfica, realidade que muito provavelmente não deverá ser diferente da de muitos outros cemitérios de Luanda e de outras províncias do país. Há muita gente a morrer prematuramente em decorrência das condições de vida a que estamos votados. Mas (dizemos-vos isso sem demagogia da nossa parte), não fosse a nossa visão politizada dos problemas do país (as nossas esperanças não repousam em Deus, mas em partidos políticos e homens pecadores que utilizam a demagogia e falácia como instrumento de manipulação), e a dificuldade que temos em assumirmos a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra, daí estarmos sempre a colocar a culpa pelos nossos fracassos, fome e pobreza nos outros (convinha não perder de vista de que sempre que apontamos o dedo a alguém, há quatros outros apontando para nós), há muito que nos teríamos livrado desta maldição que paira sobre Angola e os angolanos. Perdemos tempo a fazer barulho, quando devíamos nos unir e trabalhar juntos na busca das melhores soluções para os problemas do país. Perdemos tempo com manifestações que não levam a lado nenhum, e muito menos trazem pão à mesa do pobre ou à boca do faminto, antes pelo contrário, só trazem mais sofrimento e dor, inclusive luto, a famílias pacatas. Perdemos tempo com muita verborreia, fazendo, ano após ano, lives contínuas em plataformas digitais, sem que alguém se compenetre do facto axiomático de que não é por muito falar (falar de política) que se alterará o status quo vigente no país.  A resolução dos problemas de Angola e dos angolanos está mesmo diante dos nossos olhos, mas, por sermos míopes, pretensiosos e convencidos (cremos que somos um povo especial… um povo que mesmo sem Deus consegue ser bem-sucedido nos seus desígnios de desenvolvimento, prosperidade e felicidade), não conseguimos sentir a fragância do perfume divino e muito menos enxergar o caminho que nos conduzirá para fora do labirinto em que nos encontramos. Angolanos, pedimos-vos encarecidamente que deixeis temporariamente de ser fanáticos (política e religiosamente falando), e, pelo menos uma vez, sejam pessoas humildes e não recalcitrantes a voz e vontade de Deus; voz e vontade estas que queremos vos ajudar a perceber. Se acolherdes em vossos corações os conselhos que aqui receberdes, sereis, de certeza absoluta, abençoados. Mas, se não acolherdes em vossos corações o conhecimento que a mando de Deus estamos a vos entregar, sofrereis de uma forma ainda mais excruciante, e muitos dos recalcitrantes (teimosos) descerão prematuramente à terra, pois morrerão de fome, doenças, depressão, falta de cuidados médico-medicamentosos céleres e dedicados em unidades hospitalares públicas, vítimas de assassinato ou de outos muitos males de que enferma o nosso país, males estes que o conhecimento e soluções que vos estão sendo aqui mostrados ajudariam a prevenir ou evitar. Não sejais recalcitrantes à verdade e ao conhecimento divino!… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas sociais ou políticos travestidos de activistas sociais?!…  Assim não vamos longe!… Outubro 27, 2025 Socialpolitik Carta aberta aos activistas sociais e jovens dos movimentos contestatários angolanos Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um vigoroso, patriótico e urgente APELO à elite política do país Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um mero sonho ou um AVISO premonitório para o Presidente João Lourenço?!… Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (IV) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (III) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (II) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (I) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Família Lourenço, ore e cuide-se, pois, o mal e a perfídia (traição) se acercam de ti Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik O angolano é, por natureza, um povo solícito e receptível a desafios Setembro 29, 2025 Opinião KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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