Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas sociais ou políticos travestidos de activistas sociais?!…  Assim não vamos longe!…

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas sociais ou políticos travestidos de activistas sociais?!… Assim não vamos longe!… O modo intrépido e sempre solícito como os vulgos activistas sociais se envolvem em questões e/ou eventos de índole político-partidário, em detrimento de questões sociais e assazmente relevantes para o desenvolvimento do país e bem-estar dos angolanos (com a excepção de dois ou três, temos muitas dúvidas que os outros que assim se intitulam sejam de facto activistas sociais[1]), é preocupante. Para além de destoar com a missão e papel de um verdadeiro activista social, o que se passa em Angola descredibiliza totalmente esta nobre actividade cívico-social aos olhos daqueles angolanos que sabem reflectir e analisar as coisas. Se fossem realmente activistas sociais e não activistas políticos – pessoas que à socapa trabalham em prol de uma agenda política encoberta –, há muito que teriam reagido ao Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA). O vosso silêncio é resultado do vosso viés político-partidário dissimulado. Todavia, no vosso seio há pessoas boas; pessoas de bem, que só pecam pelo seu silêncio… por causa da sua conivência e/ou conveniência política. E como dissera Martin Luther King, o pastor baptista e activista social norte-americano que deu literalmente a sua vida em prol da luta contra a discriminação racial nos Estados Unidos, “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”. É repulsivo ver jovens autodenominados de activistas sociais fazerem lives sem novidades na sua temática, conteúdo e propósito (só sabem reclamar e acusar. sugerir caminhos… nada!), postarem panfletos ou subirem vídeos nas redes sociais que destoam com o papel de um verdadeiro activista social, tudo isso em nome não de Angola e dos angolanos, mas de partidos políticos. Quando um activista é mobilizado para causas político-partidárias ou usado para fins eleitoralistas, mas faz vista grossa (silêncio) a soluções apolíticas, pacificas e práticas para a resolução dos problemas de Angola e dos angolanos (problemas estes que supostamente estarão na génese do seu activismo e luta anti-regime), este não é um verdadeiro activista social. É, isso sim, um activista político travestido de activista social.    Em 1963, Martin Luther King conseguiu que mais de 200.000 pessoas marchassem pelo fim da segregação racial em Washington. Um feito histórico. Dessas manifestações nasceram a lei dos Direitos Civis, de 1964, e a lei dos Direitos de Voto, de 1965. Em Angola, os activistas sociais (com a excepção de um ou outro) só sabem mandar bwé de bocas no Youtube, rádios privadas e plataformas digitais de partilha de informação. Outros, os mais radicais, só sabem instigar os incautos para marcharem rumo ao Palácio Presidencial para deporem um presidente eleito, se esquecendo que é pela via das urnas que se deve perspectivar a alternância política (ou de regime) e não pela sublevação. Assim não vamos longe!… Mudem de postura ou assumam claramente a vossa filiação político-partidária. ________________________________________________________________________________________________________ [1] Tirando Luaty Beirão, e mais um ou dois, está difícil encontrar, hoje em dia, um activista social digno desse nome. Na sua grande maioria são activistas políticos, travestidos (como já dissemos) de activistas sociais. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Carta aberta aos activistas sociais e jovens dos movimentos contestatários angolanos Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um vigoroso, patriótico e urgente APELO à elite política do país Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um mero sonho ou um AVISO premonitório para o Presidente João Lourenço?!… Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (IV) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (III) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (II) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Carta aberta aos activistas sociais e jovens dos movimentos contestatários angolanos

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Carta aberta aos activistas sociais e jovens dos movimentos contestatários angolanos Meus caros e estimados jovens activistas, mormente aqueles filiados aos movimentos contestatários angolanos… Desde 2011 que muitos de vós têm estado engajados numa luta árdua contra as desigualdades sociais, reivindicando por emprego, oportunidades iguais e melhores condições de vida. Este anseio legítimo pela vossa dignidade social e económica, e dignidade social e económica de vossas famílias e dos angolanos desfavorecidos, levou a que muitos de vós aderissem a várias iniciativas de cunho político e/ou partidário que eram supostos tornar realidade o vosso/nosso sonho de uma Angola de justiça e oportunidades iguais (sonho, diga-se em abono da verdade, partilhado pela grande maioria dos angolanos), assegurar um emprego e uma fonte estável de renda para a vossa sobrevivência e sobrevivência das vossa famílias, casa própria em meio infraestruturado, ensino e serviços médicos de qualidade, acessível a todos os bolsos, ordem, segurança e tranquilidade públicas, etc, etc. Todavia, temos de ser franco convosco, quer a abordagem que empregastes em 2011, 2012, 2013…; quer o apoio que deste a algumas das iniciativas políticas que em princípios eram tidas como infalíveis, a verdade, porém, é que tanto os vossos sonhos e expectativas, como os sonhos e as expectativas da grande maioria dos angolanos, em matéria de habitação condigna, emprego, segurança pública, etc, continuam a ser uma miragem. O que estamos, respeitosa e construtivamente, a tentar dizer-vos?!… Que apesar da vossa irreverência, intrepidez e coragem, a vossa estratégia de luta não é (apesar de pacífica, pelo menos para alguns de vós) nem arguta (perdoem-nos a honestidade), nem susceptível de trazer os resultados por vós augurados ao longo destes 14 anos de luta. E por que os resultados não foram auspiciosos, mesmo com o vosso apoio à criação de uma Frente Patriótica Unida em que pontificavam personalidades carismáticas como Adalberto Costa Júnior, Abel Epalanga Chivukuvuku e tantos outros?!… Pelo facto de vocês estarem a fazer do homem vosso braço, ou seja, a colocar a vossa fé e esperança não em Deus, mas em personalidades e partidos políticos. Dizem as escrituras sagradas que “se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam, Salmos 127” (por “casa” entenda-se tudo aquilo que é susceptível de ser projectado, criado ou erguido – um negócio, um projecto de luta, políticas e estratégias, etc, etc). Logo, tudo o que fizestes até aqui fracassou porque vocês não consultaram Deus, preferindo se respaldar na vossa inteligência e saber. Mas, hoje, cada um de vocês tem a oportunidade de fazer algo melhor e ainda ter o gozo de ver aquilo por que lutaram a se tornar realidade diante dos vossos olhos. Não precisareis pagar o preço derradeiro que Cassule, Camulingue, Ganga, Inocêncio de Matos e muitos outros jovens que morreram de forma trágica pagaram. Apenas tenham fé, orem e comparticipem do esforço colectivo, apolítico, pacífico e construtivo que sob a direcção de Deus devemos fazer em prol do desiderato comum. As mudanças por que tanto lutastes e almejastes tornar-se-ão uma realidade tangível se lutardes pacífica e inteligentemente em prol dos desideratos sociais e económicos preconizados no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) que temos vindo a trazer a público. Tudo isso sem a necessidade de jovens pacatos terem de sacrificar as suas vidas. Não vos pedimos que deixeis de exercer o vosso direito de exteriorizar o vosso pensamento, de opinar ou criticar o regime, o presidente da República ou quem quer que seja. É um direito que está consagrado na Constituição da República. O que vos pedimos, humilde e encarecidamente, é que cada um de vós perceba a missão e papel que sobre si repousa, e comparticipe, de forma ativa e construtiva, em prol das melhorias sociais e económicas previstas no PEMIQVA. A vós, estimados jovens, não é requerido outra coisa senão a vossa organização e articulação para em conjunto trabalharem junto das franjas mais vulneráveis da nossa população (zungueiras, roboteiros, engraxadores, camponeses, jovens desempregados, cidadãos subempregados, lavadores de carros, engraxadores, prostitutas, ex-militares, etc, de modo a pô-los ao corrente das boas-novas no concernente à melhoria (por via do PEMIQVA) das suas condições de vida,  e mobilizando o nosso povo em prol dos desígnios sociais preconizados no referido projecto de impacto social (atenção: nem com o MPLA, nem com a UNITA, nem com PRA JA – Servir Angola ou outro partido qualquer haverá um projecto igual a este. Porquê?!… Pelo simples facto de o PEMIQVA  ser um projecto inspirado por Deus, não um projecto resultante da inteligência do homem). Como dizíamos, tudo isso sem a necessidade de correrem riscos ou se exporem a situações como aquela que levou o Inocêncio de Matos à morte precoce, trágica e lamentável. Nos quimbos, mais precisamente junto dos sobas, mais-velhos e população aí residente, este trabalho de informação, esclarecimento, conscientização, sensibilização e mobilização far-se-ia nos dialectos locais para uma melhor comunicação e veiculação das boas-novas a serem partilhadas com a sociedade em geral. Isso, sim, é o papel de um verdadeiro activista social. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas sociais ou políticos travestidos de activistas sociais?!…  Assim não vamos longe!… Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um vigoroso, patriótico e urgente APELO à elite política do país Outubro 27, 2025 Socialpolitik

Um vigoroso, patriótico e urgente APELO à elite política do país

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Um vigoroso, patriótico e urgente APELO à elite política do país Este apelo, encarecido, patriótico e urgente, é dirigido a todos os políticos angolanos, mas principalmente àqueles que reputo de patriotas. Refiro-me, particularmente, às Suas Excias Mateus Paulo “Dino Matross[1]”, Fernando da Piedade Dias dos Santos “Nandó”, Bornito de Sousa Baltazar Diogo, Julião José Maria Ferraz dos Santos (não sei o porquê deste político, um jovem com expertise governativa e liderança juvenil, ter sido encostado na prateleira. Devemos evitar este tipo de marginalização. Não ajudam na pacificação dos espíritos, unidade e coesão interna do MPLA, e muito menos na unidade e concórdia entre os angolanos), Álvaro Manuel de Boavida Neto, António Venâncio, Rui Luís Falcão Pinto de Andrade, Luzia Pereira de Sousa Inglês Van-Dúnem “Inga”, Rodeth Gil, Maria Eugénia Neto, João de Almeida Azevedo Martins, Mário Pinto de Andrade, Virgílio Ferreira de Fontes Pereira, Marcolino Moco, Adalberto Costa Júnior, Abílio José Augusto Kamalata Numa, Abel Epalanga Chivukuvuku, Filomeno Vieira Lopes, Justino Pinto de Andrade, Franscisco Viana e Makuta Nkondo, por serem conhecidos a sua honestidade intelectual, frontalidade, coragem e patriotismo. Excelências (sim, estou respeitosamente a dirigir-me a cada uma das ilustres personalidades acima mencionadas)!… Lembram-se da icónica frase “A história me absolverá”, de Fidel de Castro?!… É difícil esquecer uma frase tão icónica como esta. Mas, mesmo que não se lembram dela, tentem, Excelências, apenas atinar com as razões que motivaram Fidel de Castro a proferir, em Outubro de 1953, em sua autodefesa, aquela famosa frase, perante o tribunal que o julgara e sentenciara a 15 anos de prisão. Fidel sabia que ao contrário dos homens, a verdade (e os factos a ela intrínsecos) não se apaga, pois a história se encarrega de desenterrá-la, mesmo que a mentira prevaleça, por algum tempo, sobre ela. A história tem a capacidade retroactiva de repor a verdade dos factos, e, por via da verdade desenterrada, julgar, reconhecer ou condenar os feitos individuais e colectivos das pessoas, ou seja, de enaltecer ou depreciar o “bom” nome e reputação das pessoas, ainda que postumamente. Muitos dos que lutaram no maqui ou se apresentam como representantes do povo angolano, irão, de certeza absoluta, entrar na história não como heróis, mas como vilãos; não como patriotas, mas como inimigos de Angola e dos angolanos. E Vossas Excelências não podem permitir que isso aconteça convosco. Não podem permitir que o vosso legado de luta, capital político e reputação escorra pelo ralo em razão do vosso silêncio. Tal como Fidel está hoje a ser julgado pela história por aquilo que de bom e/ou mau fizera a Cuba e aos cubanos, também, amanhã, Vossas Excelências serão julgados, condenados ou absolvidos pela história, com base naquilo que virem a fazer, hoje, por Angola e pelos angolanos. Usem, Excelências, da vossa influência para trazer o Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) a debate na TPA, TV Zimbo, TV Girassol, RNA, Rádio Despertar, Rádio LAC (Luanda Antena Comercial), Rádio Ecclesia, Rádio Kairos, Rádio Despertar, Rádio Mais, Rádio Comercial de Cabinda, Rádio MFM, Rádio Essencial ou noutro meio qualquer de comunicação social. Vós, Excelências, tendes a voz, o carisma, a autoridade moral e o poder de influência política, para, no melhor dos interesses do nosso país e do nosso povo, induzirem os processos e acções de que Angola e os angolanos precisam para saírem da situação em que se encontram atolados. Fechar-se em copas ou fazer vista grossa à atmosfera volátil e altamente inflamável que se vai tecendo na nossa sociedade, não trará nada de bom para Angola e os angolanos e, muito menos, para V. Excias. Vem aí uma grande convulsão social que descambará para uma guerra civil de amplitude, contornos e consequências imprevisíveis, se a carestia, fome e sofrimento persistirem no país; guerra civil essa que V. Excias têm a obrigação moral de (à semelhança do que estamos aqui a fazer) ajudar, com acções práticas (não com o silêncio), a evitar. Como dissera alguém, “Quando os bons se calam, os maus triunfam”. É o que está a acontecer em Angola. Vossas Excelências estão em silêncio, dando tempo e espaço para os maus triunfarem. E quando o mal triunfa, os cemitérios abarrotam com os corpos daqueles (muitos deles crianças) que em razão da injustiça e incúria dos homens maus e insensíveis partem prematuramente para outra dimensão. Excelências, o desafio humilde e patriótico está lançado. Sejam valentes!… Sejam heróis, não vilões!… Sejam patriotas!… ________________________________________________________________________________________________________ [1] À semelhança dos nacionalistas, particularmente aqueles que fizeram parte, como arguidos, do célebre processo dos 50, nutro um grande apreço, respeito e estima por aqueles “mais-velhos” que ontem (ainda muito jovens) estiveram no exílio e/ou maqui, sacrificando suas juventudes e vidas, por Angola e os angolanos desprovidos de dignidade social em sua própria terra. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas sociais ou políticos travestidos de activistas sociais?!…  Assim não vamos longe!… Outubro 27, 2025 Socialpolitik Carta aberta aos activistas sociais e jovens dos movimentos contestatários angolanos Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um mero sonho ou um AVISO premonitório para o Presidente João Lourenço?!… Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (IV) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (III) Outubro 14,