Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados Todo o acto de sufrágio atinente à eleição do Presidente da República e/ou Primeiro Ministro é um pacto social. E, como em todos os pactos sociais, há deveres, obrigações e direitos impendentes sobre todas as partes pactantes, inclusive deveres e obrigações de uns para com os outros. No caso particular do nosso país, as obrigações do Presidente da República e Titular do Poder Executivo para com aqueles que o elegeram e não elegeram (os eleitores e cidadãos em geral, inclusive para com os cidadãos estrangeiros que legal, pacata e construtivamente se estabeleceram no nosso país) são aquelas que a Constituição da República postula, por isso não vamos perder tempo em transcrevê-las aqui, mas há um tipo de dever e obrigação de índole cívico e moral que ninguém fala (e é sobre eles que iremos falar): o dever e a obrigação moral de o povo respaldar o Presidente da República na sua luta contra a corrupção e outros males que carcomem a nossa identidade, essência e idiossincrasia. Vejo muita gente desgostosa e ressabiadas com o Presidente João Lourenço (e, diga-se de passagem, que seria de uma grande desonestidade da nossa parte se disséssemos que não há motivos para tal – vemos erros perfeitamente evitáveis a serem cometidos pelo Presidente João Lourenço e a mandarem para o ralo a sua popularidade, carisma e prestigio, mas tudo isso ainda pode ser corrigido, não numa perspectiva eleitoralista, mas no âmbito do processo de diálogo franco e humilde que deverá haver entre o Presidente João Lourenço  e o povo que governa) que, apesar de terem razão nas suas reivindicações e manifestação de descontentamento, não têm noção das suas próprias falhas e omissões para com o Presidente João Lourenço. Trazemos-vos um exemplo para ilustrar o que estamos aqui a dizer: alguém se lembra de alguma vez ter sido convocada uma manifestação ou marcha multipartidária ou da sociedade civil de apoio ao Presidente João Lourenço na luta que estava a travar contra a corrupção, mesmo quando os índices de aprovação do Presidente João Lourenço estavam em alta?!… Ora bem… como é possível uma sociedade como a nossa, cheia de jovens aguerridos na reivindicação dos seus direitos, não tenha vindo a terreiro apoiar o Presidente da República no seu desejo e esforço de defenestrar a nossa sociedade de um dos grandes males de que enfermava (e ainda enferma)… a corrupção? Sabe por que não houve este apoio?!… Por ser de senso comum que o Presidente da República é um ente todo-poderoso; uma pessoa que não precisa do suporte dos angolanos. Mas não é assim. Apesar de estar protegido por um aparato humano e militarizado que inspira o respeito, o Presidente da República é somente um homem de carne e osso… um ser mortal. E como todos os mortais ele precisa do nosso apoio. É aqui onde nós, angolanos, falhamos redondamente. O Presidente da República não está imune à manipulação, sabotagem, pressão, chantagem implícita, etc, provindos de círculos e/ou pessoas detentoras de influência e poder paralelo (influência e poder político, militar, económico, financeiro, etc). É a altura (se queremos, de facto, sair da situação em que nos encontramos) de a sociedade angolense sair da letargia em que se encontra e (independentemente da pessoa que esteja no cargo) começar a fazer ouvir a sua voz de apoio ao Presidente da República nas batalhas que este tenha que enfrentar em prol de Angola e do povo angolano. Um apoio claro, audível e inequívoco que dê ao bom Presidente a confiança para actuar destemidamente em defesa dos interesses de Angola e do povo angolano. Entenda-se por “bom Presidente” a pessoa investida no cargo de Presidente da República e de Titular do Poder Executivo, cujo comprometimento com o desenvolvimento de Angola, justiça, equidade, felicidade, bem-estar e dignificação social e económica dos angolanos esteja patente nos seus actos. Ou seja, um Presidente da República que tenha não só o mandato para se sentar no cadeirão máximo do poder governativo em Angola, mas, sobretudo: 1. Que se constitua, de facto: a) Num verdadeiro e zeloso protector da ordem social, económica, política, religiosa, etc; b) Num verdadeiro promotor da justiça (cega, justa e incorruptível) e direitos humanos. c) No garante da intocabilidade[1] dos servidores públicos e cidadãos comuns que no cumprimento do seu dever cívico e obrigações para com Angola e os angolanos recalcitrarem contra o status quo da corrupção, da desordem social, da imoralidade, da negligência, da sabotagem, etc. 2. Que tenha a coragem de confrontar o status quo instalado, sabendo que o seu consulado ou reeleição não estará em perigo por força de acções retaliatórias vindas de alguns círculos políticos, económicos, castrenses ou religiosos, posto que haveria todo um povo atrás de si, assegurando a sua sobrevivência política. O que estamos a tentar explicar?!… Que independentemente de se gostar ou não da pessoa que esteja sentada no cadeirão máximo do poder político ou governativo, é mister que oremos por ele e o apoiemos nas batalhas que estiver a travar contra os males instalados na nossa sociedade. Isso não quer dizer que na hora do voto você não venha a optar por um candidato que te pareça mais confiável ou apto para conduzir os destinos de Angola e dos angolanos. ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ [1] Protecção contra eventuais retaliações. Artigo anterior Artigos relacionados Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados Novembro 27, 2025 Socialpolitik Dom José Manuel Imbamba não está

Dom José Manuel Imbamba não está equivocado, e muito menos errado!… Todos nós, angolanos emancipados (adultos), temos, de facto, a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Dom José Manuel Imbamba não está equivocado, e muito menos errado!… Todos nós, angolanos, temos a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra Apesar do escarcéu que assistimos nas hostes da Igreja Católica pela admissão pública, por Sua Excelência Reverendíssima Dom Manuel Imbamba, da sua quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra (que Deus o abençoe pela sua sinceridade e gesto de humildade), não há nenhum equívoco nas suas palavras. De facto, com a excepção das crianças e adolescentes imberbes, todos nós, angolanos, em pleno uso das nossas faculdades cívicas e mentais, temos (com maior ou menor grau de culpabilidade) a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra. Embora o Presidente João Lourenço tenha uma fracção maior de culpa pela situação que o país está a atravessar, pelo facto de ser o Titular do Poder Executivo e Presidente da República, é um acto de desonestidade e sinal inequívoco de ausência de conversão pensar que só o Presidente João Lourenço, os partidos políticos, a elite política e religiosa, bem como aqueles que depauperaram (e continuam a depauperar) os recursos naturais e erário público do país têm culpa pelo estado em que Angola se encontra. Olhando para alguns dos comentários postados no Facebook e outras plataformas digitais em reacção às palavras do Presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), percebe-se claramente o equívoco de muitos jovens quanto ao conceito de culpabilidade e inocência. Caríssimo irmão angolano, se conscientize desta verdade axiomática: todos nós temos a nossa quota-parte de culpa na bagunça em que o país se encontra. Uns pela sua omissão, outros por se renderem ao establishement, outros ainda por serem fanfarrões mediáticos (mandam “bwé” de bocas nas rádios, redes sociais e Youtube, mas nada de valor tangível trazem para Angola e os angolanos), ou (referimo-nos principalmente aos jovens angolanos) por gastarem o seu tempo no Facebook, Isntagram, etc,  procurando por posts sensacionalistas (mormente aqueles orientados à devassa da vida alheia) quando deviam promover discussões construtivas sobre as formas de solucionar os seus problemas por via do pensamento lógico ou engenho intelectual. Outros, de igual modo, por não se dignarem orar pelo Presidente da República, como se isso fosse algo que o Presidente João Lourenço e a sua família não merecessem (as igrejas têm que rever o seu trabalho evangelístico). Aqueles políticos, jornalistas e demais fazedores de opinião que vinham a público ou faziam memes críticos ao estilo governativo do Presidente João Lourenço sempre que este exonerasse algum membro do seu Executivo que na sua óptica não correspondia com aquilo que se esperava dele, também devem fazer a sua mea-culpa, pois, foram vocês que com as vossas críticas absurdas dissuadiram o Presidente João Lourenço a ser complacente com aqueles que não trabalhavam. Você que defendia teses insanas em favor daqueles que se tinham locupletado de milhões de dólares retirados ilegalmente do erário público, colocando-os em paraísos fiscais, também deve fazer a sua mea-culpa. Sim, Dom Manuel Imbamba tem razão ao admitir a sua quota-parte de culpa pela situação em que se encontra o país… Deixem de criticá-lo pela sua honestidade!… Com um substrato populacional constituído grosso modo por cidadãos não emancipados ou evoluídos cívica, patriótica, religiosa e politicamente, oportunistas, desprovidos de senso de justiça, honra e dignidade, hipócritas, interesseiros, desonestos, egoístas, injustos, “boqueiros” (fanfarrões), fanáticos (política e religiosamente falando), ademais covardes, Angola não podia estar de outra forma. Que cada um de nós, angolanos, faça uma introspecção conscienciosa do seu posicionamento e atitude para com Angola e os angolanos, e deixe de ser esquivo, retórico e acusatório. 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