Um pedido, público e directo, à S. Excia General Miala, em prol da justiça devida ao Cda Silva da C. J.

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Um pedido, público e directo, à S. Excia General Miala, em prol da justiça devida ao Cda Silva da C. J. Ainda na senda da justiça que nos propusemos advogar em nome dos valores cristãos (justiça esta que é devida àquelas pessoas que sacrificaram suas vidas em prol dos desígnios da defesa da integridade territorial e/ou segurança do Estado angolano), é com profunda emoção que vamos falar de uma pessoa que V. Excia conhece bem, e que sempre lhe fora leal. Estamos a falar do camarada Silva da C. J[1]. O camarada Silva fora afastado das suas funções e serviço por um acto que (sendo verdade) não podia deixar de ser punido. Mas, Excelência… afastamento sem a possibilidade de retorno, não é um castigo draconiano… desmedido?!… Perdoem-nos a sinceridade e franqueza. Durante muito tempo fomos uma das pessoas que não entendia a forma pouco ortodoxa como o Presidente José Eduardo dos Santos lidava com a questão das pessoas que exonerava e que eram tidas por alguns círculos do nosso jornalismo doméstico como caídas em desgraça. “O Presidente José Eduardo dos Santos exonera e depois volta a nomear as pessoas exoneradas, tudo farinha do mesmo saco… ele não sabe o que faz”, diziam as pessoas inconformadas com a nomeação para outros cargos de pessoas que outrora tinham sido afastadas do Executivo. Pois é… tempos mais tarde conseguimos finalmente compreender a pedagogia subjacente na forma como o Presidente José Eduardo dos Santos lidava com a questão de ministros, vice-ministros, governadores e outros responsáveis por si exonerados. É que ao exonera-los, o Presidente José Eduardo dos Santos tinha em mente a sua reeducação, não a condenação e castigo perene dos mesmos, daí voltar a dar o seu voto de confiança aos mesmos nomeando-os para cargos importantes como a de governador, embaixador, ministro, vice-ministro, etc. O Presidente José Eduardo dos Santos não deixava aqueles que lhe tinham sido leais ad aeternum no deserto. Com o camarada Silva, uma pessoa que, como dissemos, e V, Excia sabe que não estamos a mentir, sempre lhe fora leal, isso não está a acontecer. Ele (o Cda Silva) não somente foi (como fora V. Excia) humilhado, mas também está a ser morto, coisa que o Presidente José Eduardo dos Santos não deixou que acontecesse com V. Excia. Algum tempo depois de afastado coercivamente das suas funções e desvinculado do órgão em que servia, o camarada Silva foi acometido por um AVC. Pela graça de Deus está recuperado e em pleno gozo das suas faculdades físicas e cognitivas, pelo que pedimos encarecidamente à V. Excia, Cda General Miala, que faça aquilo que aos olhos de Deus é o certo: contacte o Cda Silva (visita-o ou manda-o chamar) e, como um homem que preza a justiça, assegure o seu retorno às estruturas em que serviu e deu o melhor de si em prol da defesa e segurança do Estado angolano. Somos cristãos, e é nessa humilde qualidade de cristãos e servos de Deus que estamos a nos dirigir à V. Excia, uma pessoa oriunda de uma família tradicionalmente cristã, convictos que os diferentes pedidos aqui apresentados não deixarão de merecer a devida atenção da parte de V. Excia, para honra e glória do santo nome do Senhor nosso e seu Deus. Fazer bem a quem merece, estando em nossas mãos a capacidade de fazê-lo, não é apenas um gesto nobre. É, acima de tudo, um acto de justiça. E Deus premeia os justos. A não ser que V. Excia nos diga e prove o contrário, o Cda Silva é, indubitavelmente, uma das pessoas que merece que V. Excia e/ou o Estado angolano lhe façam o bem; bem este que, diga-se de passagem, V. Excia tem o poder e a capacidade de com um simples despacho assegurar, fazendo justiça a um homem que deu tudo de si em prol deste país. Que Deus abençoe rica e abundantemente V. Excia e a sua casa. Observação: talvez, nesta altura, V. Excia não consiga vislumbrar a bênção subjacente nas mensagens, conselhos e apelos que lhe foram aqui entregues, mas um dia, sim um dia, se Deus lhe proporcionar tal graça, perceberá V. Excia o quão abençoado fostes por ter-lhe sido dada esta mensagem. ___________________________________________________________________________________________________________ [1] Sabemos que não se abrevia o último nome, mas ainda assim fizemo-lo para preservar a sua identidade. Artigo anterior Artigos relacionados Um pedido público, humilde, directo e construtivo, à S. Excia General Miala, em prol dos seus camaradas de infortúnio no célebre processo que o levou injustamente à cadeia Novembro 29, 2025 Socialpolitik Mensagem exortativa e instrutiva mandada, por Deus, entregar à S. Excia General Fernando Garcia Miala Novembro 29, 2025 Socialpolitik Um lembrete aos cristãos angolanos: só “os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” Novembro 29, 2025 Socialpolitik Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados Novembro 27, 2025 Socialpolitik Dom José Manuel Imbamba não está equivocado, e muito menos errado!… Todos nós, angolanos emancipados (adultos), temos, de facto, a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra Novembro 27, 2025 Socialpolitik Comunicado importantíssimo sobre as razões por trás da saída forçada do portal “kissanguela.com” do ar Novembro 23, 2025 Socialpolitik Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas

Um pedido, público e directo, à S. Excia General Miala, em prol da justiça devida à esposa e filhos do malogrado Constantino Vitiaka

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Um pedido, público e directo, à S. Excia General Miala, em prol da justiça devida à esposa e filhos do malogrado Constantino Vitiaka “Este País é de todos nós, pelo menos é o único que tenho e é aqui onde vou ficar e onde me vou bater com todas as forças ao meu alcance para que injustiças do género não venham a acontecer. Não é bom para o País, não é bom para as futuras gerações, não é bom para o prestígio dos angolanos. Este País sempre teve um grande prestígio, não vamos queimar o capital acumulado ao longo desses tempos, até porque nós encontramos fórmulas próprias para chegar a paz, isso é louvado no estrangeiro pela comunidade internacional. Agora temos de lançar o estrume para as sementes de uma verdadeira reconciliação, tolerância, compreensão, brotarem no coração de todos angolanos. Cultivar o ódio, a raiva e a desconfiança é mau para a actual e futuras gerações”. Constantino Vitiaka (in memoriam) …///… Constantino Vitiaka (outra vítima da cabala orquestrada contra V. Excia) faleceu em circunstâncias poucos claras, na África do Sul, aos 06 de Setembro de 2011. Este antigo Director de Informação e Análise do Serviço de Inteligência Externa de Angola (SIE) fora uma das vozes críticas mais audíveis e inconformadas acerca da injustiça que V. Excia e outros altos responsáveis do SIE estavam, na altura, a ser vítimas. Embora nunca chegamos a conhecê-lo pessoalmente, continuamos a nos sensibilizar com a injustiça e forma como morreu, assim como com o infortúnio que se abateu sobre a sua família. Pela forma injusta como foi afastado das suas funções e lhe foi negado os seus direitos, seria de todo sensato que o Estado angolano proporcionasse a sua família (viúva, filhos e, eventualmente, pais) uma pensão de sobrevivência, inserindo-a na Caixa de Providência do Serviço de Inteligência e Segurança do Estado ou do Ministério do Interior. Como responsável máximo do Serviço de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE) e figura influente do métier securitário do país, esta seria a melhor altura para V. Excia assegurar que o ressarcimento devido à família de Constantino Vitiaka fosse uma realidade. Um bem-haja para V. Excia. Artigo anterior Artigos relacionados Um pedido público, humilde, directo e construtivo, à S. Excia General Miala, em prol dos seus camaradas de infortúnio no célebre processo que o levou injustamente à cadeia Novembro 29, 2025 Socialpolitik Mensagem exortativa e instrutiva mandada, por Deus, entregar à S. Excia General Fernando Garcia Miala Novembro 29, 2025 Socialpolitik Um lembrete aos cristãos angolanos: só “os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” Novembro 29, 2025 Socialpolitik Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados Novembro 27, 2025 Socialpolitik Dom José Manuel Imbamba não está equivocado, e muito menos errado!… Todos nós, angolanos emancipados (adultos), temos, de facto, a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra Novembro 27, 2025 Socialpolitik Comunicado importantíssimo sobre as razões por trás da saída forçada do portal “kissanguela.com” do ar Novembro 23, 2025 Socialpolitik Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

A estratégia velada e sistematizada para manter o General Miala fora da corrida presidencial

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X A estratégia velada e sistematizada para manter o General Miala fora da corrida presidencial Toda a denúncia pública ou anónima, feita com o intuito de moralizar a sociedade ou ajudar os órgãos competentes do Estado a identificar e responsabilizar os autores morais (mandantes) e materiais (executores) de crimes contra a vida de pessoas que não constituíam uma ameaça para a segurança do Estado angolano (políticos, jornalistas, influencers, activistas, etc) ou segurança pública (cidadãos não envolvidos em crimes dolosos contra a vida de pessoas inocentes), é bem-vinda. O que não é bem-vindo é o julgamento das pessoas com base na presunção ou boatos postos tacitamente a circular por indivíduos desejosos (por vingança) de causar dano à honra ou assassinar o carácter das pessoas. O assassínio tácito do carácter de “pessoas indesejáveis” ou que se quer a todo o custo atingir por despeito, mágoa, inveja ou motivação política é uma realidade presente na sociedade angolense, ainda que emascarada numa pérfida cortina de fumo espesso e perfumado. Por alguma razão que o tempo se encarregará de esclarecer, há, neste país, duas pessoas que se tornaram alvos intriga, calúnia, difamação e vilipêndio, visando atingir elas próprias ou pessoas próximas a si. Estamos a falar da Primeira Dama da República (Dra. Ana Dias de Lourenço) e do General Fernando Garcia Miala. Sobre as cíclicas e (em alguns casos) sub-reptícias investidas ao bom nome e honra da Primeira Dama da República falaremos nos artigos que se seguem, já que hoje vamos apenas falar da campanha sutil em curso contra a pessoa do General Miala visando execrá-lo e torná-lo numa pessoa moralmente inelegível ao cadeirão máximo da República, caso venha a ter a pretensão de no futuro próximo ou distante concorrer ao cargo de presidente da República. Não sabemos se o General Miala tem ou não a pretensão de um dia vir a candidatar-se ao cargo de presidente da República como cabeça de lista do MPLA ou (na eventualidade de voltarmos à primeira forma) candidato independente, mas de uma coisa temos certeza: dificilmente terá êxito nesta hipotética pretensão se não limpar o seu bom nome e honra maculada pela calúnia e difamação sistemática, com enfoque nos eventos que de forma brusca, brutal e pérfida levarão à morte prematura do ilustre professor e político Mfulupinga N´lando Víctor, na noite do dia 3 de Julho de 2004, no bairro do Cassenda. O nome do General Miala é a miúde associado a este hediondo evento não por ter se encontrado no lugar e hora errada no bairro Cassenda, mas (nossa opinião pessoal) por ter tentado promover a imagem do Presidente José Eduardo dos Santos quando (se a memória não nos atraiçoa) ter aos microfones da Rádio Nacional de Angola ter trazido a público e em directo a informação de que se encontrava nas proximidades do Cassenda e que o Presidente José Eduardo dos Santos lhe tinha pedido para transmitir a equipa médica que iria cuidar do professor Mfulupinga N´lando Víctor para de tudo fazerem para salvarem a sua vida. A pergunta que muita gente continua até aos dias de hoje a fazer é: o que estava, afinal, àquela hora, o General Miala a fazer nos arredores do Cassenda?!… Bom… a pergunta é um tanto quanto esquisita (para não dizermos absurda), mas ainda assim digna de resposta. Ao contrário do que muita gente pensa, a presença do General Miala naquele local e hora nada tem de anacrónico ou suspeito. E porquê?!… Por o General Miala ter durante muito tempo vivido no bairro do Cassenda e, muito provavelmente, parte de sua família continuar a residir no referido bairro. Qualquer pessoa minimamente racional inferiria rápida e facilmente que o General Miala seria uma das últimas pessoas a quem a suspeita pela morte do professor Mfulupinga N´lando Víctor devia recair, a não ser que alguém o considere um oficial de inteligência desprovido de expertise técnica e inteligência. Acham mesmo que o General Miala iria (como dizem as mais línguas) mandar matar o Engº Mfulupimga N´Lando Victor exactamente no mesmo dia em que (segundo se diz à boca pequena) fora muito contudente, directo e frontal nas suas abordagens e críticas ao regime e, particularmente, ao Presidente José Eduardo dos Santos, e ainda vir a público dizer que se encontrava nas imediações do local da ocorrência quando recebeu a comunicação do ocorrido?!… Nenhuma pessoa experimentada em inteligência que estivesse envolvida neste hediondo acto de eliminação criminosa, injusta e injustificável de uma figura da dimensão do professor Mfulupinga N´lando Víctor cometeria tal erro, a não ser que calculistamente pretendesse criar um estado de opinião e comentários contra a pessoa do Presidente José Eduardo dos Santos, ou criar uma névoa de suspeição em torno da pessoa que na altura era tida como “o chefe da secreta angolana” – o General Miala. Crimes hediondos, com possível motivação política, realizados calculistamente com a intenção macular a imagem ou assassinar o carácter de adversários são susceptíveis de ocorrer em qualquer país do mundo, principalmente em países como o nosso desprovido de um sistema de segurança e judiciário idóneo, funcional e fiável. Em países como o nosso, onde as jurisdições, autoridade e competências operacionais e investigativas não estão estratificadas de acordo com a especificidade, natureza e características do crime, ou claramente delimitadas, ademais com muita gente “poderosa” e inimputável com (pelo menos em teoria) poder discricionário para tomar decisões de índole operacional ou agir à revelia da lei, a probabilidade de ocorrerem assassinatos de false flag é bastante grande. Até que se reestruture o sistema de segurança nacional e sistema judiciário do país (daí a