A insana e autofágica destruição do nosso sistema de inteligência interna

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X A insana e autofágica destruição do nosso sistema de inteligência interna A destruição autofágica do nosso sistema de inteligência interna começou com um erro crasso do Presidente José Eduardo dos Santos: o desmantelamento apressurado e errático (“errático” estrategicamente falando), em 1992, do então Ministério de Segurança do Estado (MINSE) e Direcção Nacional de Contra-Inteligência Militar (DNCIM), no rescaldo dos compromissos internacionais que assumira com o Dr. Jonas Savimbi, e concomitantemente com a UNITA, para se pôr fim a guerra. Convinha, entretanto, esclarecer (para que não haja equívocos) que o erro (político e estratégico) não está na desmobilização em si, mas no facto de o poder político ter, numa altura em que pairava no ar a incerteza quanto ao dayafter dos “Acordos de Bicesse” e dos riscos extraordinários suscitados por algumas das clausulas do referido acordo, abdicado de milhares de homens e mulheres dos seus serviços de informação, que ele, governo angolano, considerava de “excedentário” e/ou descartável. E aqui importa esclarecer que nos cânones da inteligência ou segurança do Estado esta palavra não existe. Nenhum serviço de inteligência, mormente civil, terá alguma vez, em razão do espectro operacional a cobrir ou “atender”, funcionários operativos excedentários. Esse tipo de erro, ademais em nome de uma paz podre, é inconcebível em estratégia. E, quer queiramos quer não admitir, Jonas Savimbi e os estrategas da UNITA deram, na altura, aos estrategistas do governo, uma grande lição de estratégia. Embora numa perspectiva errada (a tomada do poder por vias alternativas às urnas), Jonas Savimbi mostrou como fazer a guerra de estratégia quando escondeu os seus trunfos: os milhares de operacionais afectos aos seus serviços de inteligência civil e militar, respectivamente da Brigada Nacional de Defesa do Estado (BRINDE) e Serviço de Inteligência Militar (SIMI), bem como da Brigada de Acção Técnica de Explosivos (BATE). A desmobilização apressurada e errática (política e estrategicamente falando) de milhares de oficiais operativos afectos às extintas Direcção Nacional de Contra-Inteligência Militar (DNCIM), Direcção de Contra-Inteligência Geral ou civil (DCIG) e Direcção de Inteligência Exterior (DIE) abriu, indubitavelmente, fissuras naquele que era considerado um dos mais fortes e confiáveis sistemas de inteligência e segurança do Estado em África. Como dizíamos, este erro estratégico não decorrera apenas do facto de o governo angolano ter abdicado de milhares de oficiais de inteligência, mas, principalmente, por se ter ignorado a condição de portadores de segredos de dezenas de milhares de operacionais e funcionários administrativos do extinto Ministério de Segurança do Estado (MINSE), muitos deles residindo, hoje, nos EUA, Europa e outros países do mundo. As pessoas que conduziram esse processo tinham a obrigação de saber (até porque eram assessoradas por pessoas influentes da nossa “securitate”) que falar de oficiais de inteligência não é o mesmo que falar de funcionários de um departamento ministerial civil ou funcionário de uma empresa pública, ainda que estratégica como a Sonangol, Endiama, etc. Falar de oficiais de inteligência é falar de portadores de segredos de Estado… Ou seja, de indivíduos detentores não só de uma série de expertise psicológica, técnica e operativo-secreta, mas também de segredos políticos, estratégicos e, inclusive, operacionais, em decorrência da sua participação numa série de missões, tarefas e acções de “baixa visibilidade” (atenção: baixa visibilidade não é sinónimo de “eliminação” indiscriminada de pessoas, mas de trabalho operativo-secreto) e trabalho com fontes (colaboradores secretos). Escuso será falar daqueles que em razão das suas tarefas técnico-operativas ao nível do trabalho de monitorização preventiva do espectro radioeléctrico  (oficial-operador de Rádio Contra-Inteligência) terão acidentalmente (o que é normal quando falamos de tecnologias de varredura do espectro radioeléctrico) interceptado conversas ímprobas e/ou “comprometedoras” de altos dirigentes do país e não só, informações que pelo seu cariz e teor constituem indubitavelmente segredos de Estado. Ao descurarem esse pormenor, as pessoas que estavam à frente do processo de desmantelamento do então Ministério de Segurança do Estado (MINSE) e da Direcção de Contra Inteligência Militar (DNCIM) criaram um gravíssimo problema securitário ao país; problema este que pessoas leigas em inteligência e segurança do Estado não conseguem enxergar. O problema é real e gravíssimo!…. Começamos a perceber a gravidade dos problemas derivados dessa medida intempestiva, inusitada e irreflectida tomada pelo governo angolano em 1991 ou 1992: a) Quando nos deparamos nas redes sociais com informações compartimentadas sobre a vida interna e operacional dos nossos serviços de inteligência; b) Quando (no passado recente) nos deparamos, em algumas plataformas digitais de informação, com supostas listas de funcionários e/ou colaboradores dos serviços angolanos de inteligência a actuarem além-fronteiras ou colocados nos Centros Legais, numa tentativa clara (a ser verdade, é claro) de queimá-los, prejudicá-los ou colocá-los num potencial risco de morte; c) Quando olhamos para as dificuldades com que se deparam muitos operacionais no activo para manterem no anonimato a sua identidade ou vínculo com o SINSE, quando no cumprimento de alguma missão ou tarefa secreta no interior das comunidades por si atendidas, já que nos dias que correm a probabilidade de um operacional do antigo SINFO (falamos do SINSE em razão do carácter secreto da identidade dos seus operacionais de campo, embora o SISM também disponha pessoal com esta característica) ser reconhecido por algum dos seus ex-colegas “renegados”, ser bastante grande. E isso não é de todo confortável para quem está no terreno. Apesar do profissionalismo, alto nível de comprometimento e empenho de muitos responsáveis e funcionários dos nossos serviços de inteligência para com os desígnios da segurança do Estado angolano, a verdade, porém, é que o nosso sistema de inteligência e segurança do Estado está longe da reputação, eficiência e excelência técnica, profissional e operacional do passado, fruto

Carta aberta ao Ministro da Energia e Águas: a eterna problemática da escuridão nos bairros periféricos de Malange

Sou residente no bairro Camibafu, província de Malange, e venho fazer uma denúncia pública, acerca do negócio lucrativo que estamos a assistir no sector de energia desta província. O que se passa neste sector é condenável e criminoso. Sempre que chove, estranhas avarias emergem em alguns PT´s dos bairros periféricos, cuja intervenção pelos técnicos da ENDE nunca é definitiva ou, pelo menos, durável. O que vemos, é mais a sistematização de uma prática atinente a drenar recursos do Estado com manutenções e resoluções de avarias sem rigor, eficiência técnica e fiabilidade, um ciclo vicioso que não é de hoje e que a continuar vai causar danos ao partido no poder. Este esquema consubstancidoa na reparação não adequada das avarias de modo a garantir a dotação financeira do governo para a cobertura dos custos de reparação simulada destas avarias que, na verdade nunca tem uma solução de facto, tem vindo a causar um forte descontentamento na população dos bairros periféricos da sede da província de Malange, designadamente de Camibafu, Vila Matilde, Nvuavala e outros. O governo tem de ficar atento e esperto, pois é desta forma que aqueles que querem destruir o MPLA podem ter sucesso nos seus desígnios de levar o Partido (MPLA) a uma derrota eleitoral histórica, por via do descontentamento induzido das populações. Se o MPLA quer de facto continuar a governar Angola tem de ter os olhos bem abertos para este tipo de situação. Sendo a província de Malange um dos principais polos de geração de energia eléctrica do país, não é admissível que uma grande parte dos seus municípios e bairros não desfrutem da energia eléctrica que é produzida ou gerada na província. É uma vergonha!!!… Isso não pode continuar assim!… Que o MPLA não se esqueça que a província de Malange é um dos seus principais bastiões eleitorais. Muito obrigado pela atenção. Patriota anónimo. Carta aberta à Sua Excelência João Baptista Borges, Ministro da Energia e Águas: periferia de Malange às escuras. Excelência, Sou residente no bairro Camibafu, província de Malange, e venho fazer uma denúncia pública, acerca do negócio lucrativo que estamos a assistir no sector de energia desta província. O que se passa neste sector é condenável e criminoso. Sempre que chove, estranhas avarias emergem em alguns PT´s dos bairros periféricos, cuja intervenção pelos técnicos da ENDE nunca é definitiva ou, pelo menos, durável. O que vemos, é mais a sistematização de uma prática atinente a drenar recursos do Estado com manutenções e resoluções de avarias sem rigor, eficiência técnica e fiabilidade, um ciclo vicioso que não é de hoje e que a continuar vai causar danos ao partido no poder. Este esquema consubstancidoa na reparação não adequada das avarias de modo a garantir a dotação financeira do governo para a cobertura dos custos de reparação simulada destas avarias que, na verdade nunca tem uma solução de facto, tem vindo a causar um forte descontentamento na população dos bairros periféricos da sede da província de Malange, designadamente de Camibafu, Vila Matilde, Nvuavala e outros. O governo tem de ficar atento e esperto, pois é desta forma que aqueles que querem destruir o MPLA podem ter sucesso nos seus desígnios de levar o Partido (MPLA) a uma derrota eleitoral histórica, por via do descontentamento induzido das populações. Se o MPLA quer de facto continuar a governar Angola tem de ter os olhos bem abertos para este tipo de situação. Sendo a província de Malange um dos principais polos de geração de energia eléctrica do país, não é admissível que uma grande parte dos seus municípios e bairros não desfrutem da energia eléctrica que é produzida ou gerada na província. É uma vergonha!!!… Isso não pode continuar assim!… Que o MPLA não se esqueça que a província de Malange é um dos seus principais bastiões eleitorais. Muito obrigado pela atenção. Patriota anónimo. KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Carta aberta à Sua Excelência João Baptista Borges, Ministro da Energia e Águas: a eterna problemática da escuridão nos bairros periféricos de Malange Excelência, Sou residente no bairro Camibafu, província de Malange, e venho fazer uma denúncia pública, acerca do negócio lucrativo que estamos a assistir no sector de energia desta província. O que se passa neste sector é condenável e criminoso. Sempre que chove, estranhas avarias emergem em alguns PT´s dos bairros periféricos, cuja intervenção pelos técnicos da ENDE nunca é definitiva ou, pelo menos, durável. O que vemos, é mais a sistematização de uma prática atinente a drenar recursos do Estado com manutenções e resoluções de avarias sem rigor, eficiência técnica e fiabilidade, um ciclo vicioso que não é de hoje e que a continuar vai causar danos ao partido no poder. Este esquema consubstancidoa na reparação não adequada das avarias de modo a garantir a dotação financeira do governo para a cobertura dos custos de reparação simulada destas avarias que, na verdade nunca tem uma solução de facto, tem vindo a causar um forte descontentamento na população dos bairros periféricos da sede da província de Malange, designadamente de Camibafu, Vila Matilde, Nvuavala e outros. O governo tem de ficar atento e esperto, pois é desta forma que aqueles que querem destruir o MPLA podem ter sucesso nos seus desígnios de levar o Partido (MPLA) a uma derrota eleitoral histórica, por via do descontentamento induzido das populações. Se o MPLA quer de facto continuar a governar Angola tem de ter os olhos bem abertos para este tipo de situação. Sendo a província de Malange um dos principais polos de geração de energia eléctrica do país, não é admissível que uma grande parte dos seus

Um pedido, público e directo, à S. Excia General Miala, em prol da justiça devida ao Cda Silva da C. J.

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Um pedido, público e directo, à S. Excia General Miala, em prol da justiça devida ao Cda Silva da C. J. Ainda na senda da justiça que nos propusemos advogar em nome dos valores cristãos (justiça esta que é devida àquelas pessoas que sacrificaram suas vidas em prol dos desígnios da defesa da integridade territorial e/ou segurança do Estado angolano), é com profunda emoção que vamos falar de uma pessoa que V. Excia conhece bem, e que sempre lhe fora leal. Estamos a falar do camarada Silva da C. J[1]. O camarada Silva fora afastado das suas funções e serviço por um acto que (sendo verdade) não podia deixar de ser punido. Mas, Excelência… afastamento sem a possibilidade de retorno, não é um castigo draconiano… desmedido?!… Perdoem-nos a sinceridade e franqueza. Durante muito tempo fomos uma das pessoas que não entendia a forma pouco ortodoxa como o Presidente José Eduardo dos Santos lidava com a questão das pessoas que exonerava e que eram tidas por alguns círculos do nosso jornalismo doméstico como caídas em desgraça. “O Presidente José Eduardo dos Santos exonera e depois volta a nomear as pessoas exoneradas, tudo farinha do mesmo saco… ele não sabe o que faz”, diziam as pessoas inconformadas com a nomeação para outros cargos de pessoas que outrora tinham sido afastadas do Executivo. Pois é… tempos mais tarde conseguimos finalmente compreender a pedagogia subjacente na forma como o Presidente José Eduardo dos Santos lidava com a questão de ministros, vice-ministros, governadores e outros responsáveis por si exonerados. É que ao exonera-los, o Presidente José Eduardo dos Santos tinha em mente a sua reeducação, não a condenação e castigo perene dos mesmos, daí voltar a dar o seu voto de confiança aos mesmos nomeando-os para cargos importantes como a de governador, embaixador, ministro, vice-ministro, etc. O Presidente José Eduardo dos Santos não deixava aqueles que lhe tinham sido leais ad aeternum no deserto. Com o camarada Silva, uma pessoa que, como dissemos, e V, Excia sabe que não estamos a mentir, sempre lhe fora leal, isso não está a acontecer. Ele (o Cda Silva) não somente foi (como fora V. Excia) humilhado, mas também está a ser morto, coisa que o Presidente José Eduardo dos Santos não deixou que acontecesse com V. Excia. Algum tempo depois de afastado coercivamente das suas funções e desvinculado do órgão em que servia, o camarada Silva foi acometido por um AVC. Pela graça de Deus está recuperado e em pleno gozo das suas faculdades físicas e cognitivas, pelo que pedimos encarecidamente à V. Excia, Cda General Miala, que faça aquilo que aos olhos de Deus é o certo: contacte o Cda Silva (visita-o ou manda-o chamar) e, como um homem que preza a justiça, assegure o seu retorno às estruturas em que serviu e deu o melhor de si em prol da defesa e segurança do Estado angolano. Somos cristãos, e é nessa humilde qualidade de cristãos e servos de Deus que estamos a nos dirigir à V. Excia, uma pessoa oriunda de uma família tradicionalmente cristã, convictos que os diferentes pedidos aqui apresentados não deixarão de merecer a devida atenção da parte de V. Excia, para honra e glória do santo nome do Senhor nosso e seu Deus. Fazer bem a quem merece, estando em nossas mãos a capacidade de fazê-lo, não é apenas um gesto nobre. É, acima de tudo, um acto de justiça. E Deus premeia os justos. A não ser que V. Excia nos diga e prove o contrário, o Cda Silva é, indubitavelmente, uma das pessoas que merece que V. Excia e/ou o Estado angolano lhe façam o bem; bem este que, diga-se de passagem, V. Excia tem o poder e a capacidade de com um simples despacho assegurar, fazendo justiça a um homem que deu tudo de si em prol deste país. Que Deus abençoe rica e abundantemente V. Excia e a sua casa. Observação: talvez, nesta altura, V. Excia não consiga vislumbrar a bênção subjacente nas mensagens, conselhos e apelos que lhe foram aqui entregues, mas um dia, sim um dia, se Deus lhe proporcionar tal graça, perceberá V. Excia o quão abençoado fostes por ter-lhe sido dada esta mensagem. ___________________________________________________________________________________________________________ [1] Sabemos que não se abrevia o último nome, mas ainda assim fizemo-lo para preservar a sua identidade. Artigo anterior Artigos relacionados Um pedido público, humilde, directo e construtivo, à S. Excia General Miala, em prol dos seus camaradas de infortúnio no célebre processo que o levou injustamente à cadeia Novembro 29, 2025 Socialpolitik Mensagem exortativa e instrutiva mandada, por Deus, entregar à S. Excia General Fernando Garcia Miala Novembro 29, 2025 Socialpolitik Um lembrete aos cristãos angolanos: só “os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” Novembro 29, 2025 Socialpolitik Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados Novembro 27, 2025 Socialpolitik Dom José Manuel Imbamba não está equivocado, e muito menos errado!… Todos nós, angolanos emancipados (adultos), temos, de facto, a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra Novembro 27, 2025 Socialpolitik Comunicado importantíssimo sobre as razões por trás da saída forçada do portal “kissanguela.com” do ar Novembro 23, 2025 Socialpolitik Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas

Um pedido, público e directo, à S. Excia General Miala, em prol da justiça devida à esposa e filhos do malogrado Constantino Vitiaka

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Um pedido, público e directo, à S. Excia General Miala, em prol da justiça devida à esposa e filhos do malogrado Constantino Vitiaka “Este País é de todos nós, pelo menos é o único que tenho e é aqui onde vou ficar e onde me vou bater com todas as forças ao meu alcance para que injustiças do género não venham a acontecer. Não é bom para o País, não é bom para as futuras gerações, não é bom para o prestígio dos angolanos. Este País sempre teve um grande prestígio, não vamos queimar o capital acumulado ao longo desses tempos, até porque nós encontramos fórmulas próprias para chegar a paz, isso é louvado no estrangeiro pela comunidade internacional. Agora temos de lançar o estrume para as sementes de uma verdadeira reconciliação, tolerância, compreensão, brotarem no coração de todos angolanos. Cultivar o ódio, a raiva e a desconfiança é mau para a actual e futuras gerações”. Constantino Vitiaka (in memoriam) …///… Constantino Vitiaka (outra vítima da cabala orquestrada contra V. Excia) faleceu em circunstâncias poucos claras, na África do Sul, aos 06 de Setembro de 2011. Este antigo Director de Informação e Análise do Serviço de Inteligência Externa de Angola (SIE) fora uma das vozes críticas mais audíveis e inconformadas acerca da injustiça que V. Excia e outros altos responsáveis do SIE estavam, na altura, a ser vítimas. Embora nunca chegamos a conhecê-lo pessoalmente, continuamos a nos sensibilizar com a injustiça e forma como morreu, assim como com o infortúnio que se abateu sobre a sua família. Pela forma injusta como foi afastado das suas funções e lhe foi negado os seus direitos, seria de todo sensato que o Estado angolano proporcionasse a sua família (viúva, filhos e, eventualmente, pais) uma pensão de sobrevivência, inserindo-a na Caixa de Providência do Serviço de Inteligência e Segurança do Estado ou do Ministério do Interior. Como responsável máximo do Serviço de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE) e figura influente do métier securitário do país, esta seria a melhor altura para V. Excia assegurar que o ressarcimento devido à família de Constantino Vitiaka fosse uma realidade. Um bem-haja para V. Excia. Artigo anterior Artigos relacionados Um pedido público, humilde, directo e construtivo, à S. Excia General Miala, em prol dos seus camaradas de infortúnio no célebre processo que o levou injustamente à cadeia Novembro 29, 2025 Socialpolitik Mensagem exortativa e instrutiva mandada, por Deus, entregar à S. Excia General Fernando Garcia Miala Novembro 29, 2025 Socialpolitik Um lembrete aos cristãos angolanos: só “os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” Novembro 29, 2025 Socialpolitik Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados Novembro 27, 2025 Socialpolitik Dom José Manuel Imbamba não está equivocado, e muito menos errado!… Todos nós, angolanos emancipados (adultos), temos, de facto, a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra Novembro 27, 2025 Socialpolitik Comunicado importantíssimo sobre as razões por trás da saída forçada do portal “kissanguela.com” do ar Novembro 23, 2025 Socialpolitik Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

A estratégia velada e sistematizada para manter o General Miala fora da corrida presidencial

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X A estratégia velada e sistematizada para manter o General Miala fora da corrida presidencial Toda a denúncia pública ou anónima, feita com o intuito de moralizar a sociedade ou ajudar os órgãos competentes do Estado a identificar e responsabilizar os autores morais (mandantes) e materiais (executores) de crimes contra a vida de pessoas que não constituíam uma ameaça para a segurança do Estado angolano (políticos, jornalistas, influencers, activistas, etc) ou segurança pública (cidadãos não envolvidos em crimes dolosos contra a vida de pessoas inocentes), é bem-vinda. O que não é bem-vindo é o julgamento das pessoas com base na presunção ou boatos postos tacitamente a circular por indivíduos desejosos (por vingança) de causar dano à honra ou assassinar o carácter das pessoas. O assassínio tácito do carácter de “pessoas indesejáveis” ou que se quer a todo o custo atingir por despeito, mágoa, inveja ou motivação política é uma realidade presente na sociedade angolense, ainda que emascarada numa pérfida cortina de fumo espesso e perfumado. Por alguma razão que o tempo se encarregará de esclarecer, há, neste país, duas pessoas que se tornaram alvos intriga, calúnia, difamação e vilipêndio, visando atingir elas próprias ou pessoas próximas a si. Estamos a falar da Primeira Dama da República (Dra. Ana Dias de Lourenço) e do General Fernando Garcia Miala. Sobre as cíclicas e (em alguns casos) sub-reptícias investidas ao bom nome e honra da Primeira Dama da República falaremos nos artigos que se seguem, já que hoje vamos apenas falar da campanha sutil em curso contra a pessoa do General Miala visando execrá-lo e torná-lo numa pessoa moralmente inelegível ao cadeirão máximo da República, caso venha a ter a pretensão de no futuro próximo ou distante concorrer ao cargo de presidente da República. Não sabemos se o General Miala tem ou não a pretensão de um dia vir a candidatar-se ao cargo de presidente da República como cabeça de lista do MPLA ou (na eventualidade de voltarmos à primeira forma) candidato independente, mas de uma coisa temos certeza: dificilmente terá êxito nesta hipotética pretensão se não limpar o seu bom nome e honra maculada pela calúnia e difamação sistemática, com enfoque nos eventos que de forma brusca, brutal e pérfida levarão à morte prematura do ilustre professor e político Mfulupinga N´lando Víctor, na noite do dia 3 de Julho de 2004, no bairro do Cassenda. O nome do General Miala é a miúde associado a este hediondo evento não por ter se encontrado no lugar e hora errada no bairro Cassenda, mas (nossa opinião pessoal) por ter tentado promover a imagem do Presidente José Eduardo dos Santos quando (se a memória não nos atraiçoa) ter aos microfones da Rádio Nacional de Angola ter trazido a público e em directo a informação de que se encontrava nas proximidades do Cassenda e que o Presidente José Eduardo dos Santos lhe tinha pedido para transmitir a equipa médica que iria cuidar do professor Mfulupinga N´lando Víctor para de tudo fazerem para salvarem a sua vida. A pergunta que muita gente continua até aos dias de hoje a fazer é: o que estava, afinal, àquela hora, o General Miala a fazer nos arredores do Cassenda?!… Bom… a pergunta é um tanto quanto esquisita (para não dizermos absurda), mas ainda assim digna de resposta. Ao contrário do que muita gente pensa, a presença do General Miala naquele local e hora nada tem de anacrónico ou suspeito. E porquê?!… Por o General Miala ter durante muito tempo vivido no bairro do Cassenda e, muito provavelmente, parte de sua família continuar a residir no referido bairro. Qualquer pessoa minimamente racional inferiria rápida e facilmente que o General Miala seria uma das últimas pessoas a quem a suspeita pela morte do professor Mfulupinga N´lando Víctor devia recair, a não ser que alguém o considere um oficial de inteligência desprovido de expertise técnica e inteligência. Acham mesmo que o General Miala iria (como dizem as mais línguas) mandar matar o Engº Mfulupimga N´Lando Victor exactamente no mesmo dia em que (segundo se diz à boca pequena) fora muito contudente, directo e frontal nas suas abordagens e críticas ao regime e, particularmente, ao Presidente José Eduardo dos Santos, e ainda vir a público dizer que se encontrava nas imediações do local da ocorrência quando recebeu a comunicação do ocorrido?!… Nenhuma pessoa experimentada em inteligência que estivesse envolvida neste hediondo acto de eliminação criminosa, injusta e injustificável de uma figura da dimensão do professor Mfulupinga N´lando Víctor cometeria tal erro, a não ser que calculistamente pretendesse criar um estado de opinião e comentários contra a pessoa do Presidente José Eduardo dos Santos, ou criar uma névoa de suspeição em torno da pessoa que na altura era tida como “o chefe da secreta angolana” – o General Miala. Crimes hediondos, com possível motivação política, realizados calculistamente com a intenção macular a imagem ou assassinar o carácter de adversários são susceptíveis de ocorrer em qualquer país do mundo, principalmente em países como o nosso desprovido de um sistema de segurança e judiciário idóneo, funcional e fiável. Em países como o nosso, onde as jurisdições, autoridade e competências operacionais e investigativas não estão estratificadas de acordo com a especificidade, natureza e características do crime, ou claramente delimitadas, ademais com muita gente “poderosa” e inimputável com (pelo menos em teoria) poder discricionário para tomar decisões de índole operacional ou agir à revelia da lei, a probabilidade de ocorrerem assassinatos de false flag é bastante grande. Até que se reestruture o sistema de segurança nacional e sistema judiciário do país (daí a

Um pedido público, humilde, directo e construtivo, à S. Excia General Miala, em prol dos seus camaradas de infortúnio no célebre processo que o levou injustamente à cadeia

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Um pedido público, humilde, directo e construtivo, à S. Excia General Miala, em prol dos seus camaradas de infortúnio no célebre processo que o levou injustamente à cadeia O primeiro apelo que eu, Aldmiro, enquanto cristão e pessoa promotora da paz e justiça divina, faço à V. Excia, General Miala, é que não se esqueça dos seus camaradas de infortúnio. Refiro-me, concretamente, àqueles oficiais que juntamente com V. Excia foram vítimas da cabala e infortúnio que se abateu sobre V. Excia em 2006. Com a excepção do malogrado Constantino Vitiaka, pessoa que não chegamos a conhecer pessoalmente, e cujo fim trágico teve, muito provavelmente, a ver com a sua intransigência em ser leal à V. Excia, todos os outros nós chegamos a conhecer nas extintas Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA), em meados da década de 80. Ouvimos dizer que o camarada Miguel Francisco André, o “Chefe Michel” (é assim que o conhecíamos nas extintas FAPLA) é um dos assessores de V. Excia no Serviço de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE), mas da Camarada São (Maria da Conceição Domingas) e Ferraz (Ferraz António) pouco ou nada se sabe deles, excepto que foram afastados de suas funções e/ou “desmobilizados”. Pela forma injusta como foram afastados das suas funções, é mister que lhes seja feita justiça e devolvida a sua honra e dignidade. Vossa Excelência voltou ao activo, assumindo um cargo de relevo ao nível dos serviços de segurança, logo, seria de bom tom que não se esquecesse deles. No nosso entender, é altura desses nossos compatriotas voltarem ao activo, com vista a emprestarem o seu saber em prol de Angola e dos angolanos, concretamente no métier securitário-estatal. Muitas das pessoas que estão aí a ostentarem patentes de generais não deram por Angola o que eles deram, e ainda podem dar. Gostariamos que V. Excia pensasse seriamente no assunto. Como diz a Bíblia, em Provérbios 3:27, “Não deixe de fazer bem a quem o merece, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo”. Que o Deus Justo e Todo-Poderoso ilumine V. Excia e lhe dê sabedoria, bondade, discernimento e bom-senso, assim como paz à sua família. Artigo anterior Artigos relacionados Mensagem exortativa e instrutiva mandada, por Deus, entregar à S. Excia General Fernando Garcia Miala Novembro 29, 2025 Socialpolitik Um lembrete aos cristãos angolanos: só “os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” Novembro 29, 2025 Socialpolitik Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados Novembro 27, 2025 Socialpolitik Dom José Manuel Imbamba não está equivocado, e muito menos errado!… Todos nós, angolanos emancipados (adultos), temos, de facto, a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra Novembro 27, 2025 Socialpolitik Comunicado importantíssimo sobre as razões por trás da saída forçada do portal “kissanguela.com” do ar Novembro 23, 2025 Socialpolitik Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

Mensagem exortativa e instrutiva mandada, por Deus, entregar à S. Excia General Fernando Garcia Miala

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Mensagem exortativa e instrutiva mandada, por Deus, entregar à S. Excia General Fernando Garcia Miala Camarada General Miala!… Deus o ama!… E, talvez, seja por isso que o Senhor nos mandara entregar esta mensagem à V. Excia. Aliás, convinha esclarecer que de forma incondicional o Senhor nos ama a todos, embora a sua afeição e prazer em nós não seja absoluta e incondicional em razão da nossa recalcitrância no pecado e na perversidade. Como dizia, temos uma mensagem para V. Excia; uma mensagem que, diga-se de passagem, o abençoará grandemente se V. Excia atentar para ela, pois como dizem as escrituras sagradas, “O Senhor, com sabedoria fundou a terra; com entendimento preparou os céus. Pelo seu conhecimento as fontes mais profundas se rompem, e as nuvens gotejam, [de modo que], filho meu, não se apartem estes ensinos dos teus olhos; guarda-os em teu coração porquanto serão vida plena para a tua alma e adorno ao teu pescoço. Então andarás confiante pelo teu caminho, e o teu pé não tropeçará. Quando te deitares, não temerás; ao contrário, o teu sono será suave ao te deitares. Não temerás o pavor repentino, nem a investida dos perversos quando vier. Porque o Senhor será a tua esperança; guardará os teus pés de serem capturados. Não deixes de fazer bem a quem o merece, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo (Provérbios 3:19-27). Assim diz o Senhor: “No passado, não muito distante, passaste por uma pequena tribulação. Pessoas que te eram próximas ou em quem confiavas traíram-te. A liberdade te fora roubada, e, por pouco, também a vida. E, quando se esperava que voltasses do deserto iluminado, isso não aconteceu: rapidamente te esqueceste da lição de vida que o Senhor te proporcionou para teu crescimento espiritual e salvação. Os mesmos erros do passado estão a voltar a ser cometidos, daí esta mensagem da parte daquele que o ama e lhe quer o bem: Deus. O Senhor lhe está a dizer que ser leal ao rei ou ao presidente é bom, mas que só N´Ele (Senhor seu Deus) V. Excia deve depositar a sua fé, anseios e expectativas. Durante décadas, diz o Senhor, foste leal ao Presidente José Eduardo dos Santos, e nele confiaste pia e cegamente, se esquecendo que “maldito é o homem que confia no homem” (Jeremias 17:5). No teu momento de glória e esplendor, te esqueceste do Deus que te fora apresentado na tua infância e adolescência, confiando mais no homem falível que no Senhor que te deu a vida. No momento em que os teus adversários se levantaram contra ti, aquele a quem foras leal simplesmente não te ajudou, nem impediu a tua injusta humilhação pública, mesmo tendo ele consciência da tua lealdade e da injustiça de que estavas a ser vítima. Por que o presidente te fora “desleal”? Por ter sopesado a correlação de forças no tabuleiro ou por ter sido eventualmente um homem desprovido do senso de lealdade?!… Não!… Nem por uma coisa, nem por outra. O posicionamento e a atitude omissa do presidente José Eduardo dos Santos, pessoa em quem V. Excia confiava, teve a ver com as ilações que o Senhor quis que V. Excia tirasse dessa dolorosa experiência, e não para humilhá-lo. Queria o Deus Justo e Disciplinador que por via da injustiça que experimentaria, V. Excia tomasse consciência da dor excruciante causada pela injustiça, e se voltasse com inteireza de coração para aquele que realmente te pode guardar e proteger: Deus. E, diga-se em abono da verdade, momentaneamente V. Excia tomou ciência da dor provocada pela injustiça, lembrou-se de Deus, e tomou a direcção correcta: o caminho da igreja. Hoje, o Senhor (Deus) vê com tristeza V. Excia a emaranhar-se no mesmo laço do passarinheiro em que tinha caído. E, tal como agora, esse laço começou a ser tecido com cordéis da adulação provinda de alguns círculos da imprensa pública e privada. Por exemplo: no tempo em que V. Excia liderou o Serviço de Inteligência Externa (SIE), o que é que se dizia de V. Excia?!… Que V. Excia era o “patrão” da secreta angolana, o que não correspondia com a verdade. E, em parte, isso mobilizou vontades para o conluio que mais tarde se iria tecer à sua volta. Por isso, não foi de estranhar quando os seus detractores fizeram constar no relatório da sindicância mandada instaurar pelo Presidente José Eduardo dos Santos que V. Excia tinha os tentáculos em todas as instituições do Estado, inclusive na Presidência da República. E, naquela altura, nenhum dos jornalistas que o conhecia e/ou que lhe era próximo teve a hombridade de vir a público dizer: “não, me desculpem… esta pessoa que vocês estão a querer caracterizar como má, indisciplinada e insubordinada não é, de certeza absoluta, o homem que eu conheço”. Ninguém ousou dizer que o relatório da sindicância mandada instaurar contra o consulado de V. Excia à frente do SIE estava eivado de inverdades, equívocos, sensacionalismo e injustiça. Hoje, denota-se o mesmo padrão: jornalistas a rotularem V. Excia de “chefe da secreta angolana”, “patrão dos serviços de inteligência”… o que para além de rebaixarem outras entidades equiparáveis hierarquicamente à V. Excia, de igual modo humilham-nos. E não se precisa dizer a um homem inteligente como V. Excia onde tudo isso vai desembocar. O nível de confiança política do Presidente da República poderá, eventualmente, não ser a mesma para com este ou aquele, mas, ainda assim, é mister esclarecer a sociedade que todos os responsáveis máximos dos três órgãos de inteligência estão no mesmo patamar hierárquico. Ninguém é mais importante

Um lembrete aos cristãos angolanos: só “os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre”

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Um lembrete aos cristãos angolanos: só “os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” Angola é, em teoria, um país predominantemente cristão. Sendo Angola um país predominantemente cristão, pressupõe, em tese, que a sua população é, maioritariamente, constituída por pessoas que confessam a fé cristã, logo, íntegras, justas, honestas e imbuídas de amor e boa-fé para com o seu próximo. E é aqui que algo não bate certo. Apesar do número avassalador de igrejas de matriz cristã e de pessoas que se consideram cristãs, a verdade, porém, é que Angola se transformou nos dias actuais numa horda de caluniadores, intriguistas, linguarudos, fofoqueiros, insolentes e desrespeitadores (malcriados). Um país onde a grande maioria dos jovens com acesso às redes sociais não dá a mínima à busca do saber criativo e diálogo em prol de soluções atinentes ao desenvolvimento do país e sua própria emancipação, empoderamento e dignificação social e económica, preferindo antes perder tempo com posts enfocados na bisbilhotice e devassa da vida alheia. Ser cristão pressupõe rejeitar a bisbilhotice, intriga, fofoca, julgamentos apressados e, principalmente, a difamação, calúnia e a injustiça. Um verdadeiro cristão, não promove (Tito 3:2) a calúnia de ninguém, mas antes é pacífico, equilibrado e cordato com os outros. O que vemos em Angola é ignominioso e assustador: uma juventude cada vez mais alienada mentalmente e obcecada com redes sociais sensacionalistas e posts tendenciosos e/ou orientados à difamação e devassa da vida alheia. Diz a Bíblia (Salmos 37:29-31) que “Os JUSTOS herdarão a terra e habitarão nela para sempre… que a boca do justo fala da sabedoria, a sua língua do que é recto, que a lei do seu Deus está em seu coração, logo, que os seus passos não resvalarão”. É o senso de justiça que faz o verdadeiro cristão (aquele que de facto tem o Espírito de Deus (o Espírito Santo) a ser comedido nos juízos de valor e julgamentos que faz em relação a acontecimentos ou falatórios relativamente a outras pessoas, mormente aqueles que chegam até si por via de terceiros, boatos (informação falsa) e rumores (informação não confirmada). Julgar negativa e apressuradamente as pessoas com base naquilo que ouvimos da boca de terceiros, seu passado ou ideia formada que temos acerca da actividade que desenvolvem ou desenvolveram, não abona nada de bom às vidas daqueles que assim procedem, antes pelo contrário. Há muita gente perseguida pelo insucesso (“má sorte”), doenças… ou mesmo que morreram prematuramente em razão da injustiça que promoveram ou protagonizaram contra pessoas justas, inocentes e, principalmente, cristãs, acabando elas (ou seus familiares) por pensarem equivocadamente que foram vítimas de trabalhos malignos, como a de bruxaria, conjura, mau-olhado, etc. A calúnia, a difamação, o falso testemunho e o assassínio doloso do carácter de outrem serão sempre actos eivados de injustiça e catalisadores da maldição divina na vida daqueles que recorrem a ela para maliciosamente, isto é, de forma maldosa ou maléfica, denigrirem a honra e o bom nome do seu próximo. Esperamos que com os artigos que se seguem, você, cara(o) irmã(o) em Cristo, não descure o facto irrevogável de que “os injustos não herdarão o reino dos céus”, 1 Coríntios 6:9. Ser membro de uma igreja não te salvará na hora da ceifa, se fores uma pessoa injusta. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Um pedido público, humilde, directo e construtivo, à S. Excia General Miala, em prol dos seus camaradas de infortúnio no célebre processo que o levou injustamente à cadeia Novembro 29, 2025 Socialpolitik Mensagem exortativa e instrutiva mandada, por Deus, entregar à S. Excia General Fernando Garcia Miala Novembro 29, 2025 Socialpolitik Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados Novembro 27, 2025 Socialpolitik Dom José Manuel Imbamba não está equivocado, e muito menos errado!… Todos nós, angolanos emancipados (adultos), temos, de facto, a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra Novembro 27, 2025 Socialpolitik Comunicado importantíssimo sobre as razões por trás da saída forçada do portal “kissanguela.com” do ar Novembro 23, 2025 Socialpolitik Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas sociais ou políticos travestidos de activistas sociais?!…  Assim não vamos longe!… Outubro 27, 2025 Socialpolitik Carta aberta aos activistas sociais e jovens dos movimentos contestatários angolanos Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um vigoroso, patriótico e urgente APELO à elite política do país Outubro 27, 2025 Socialpolitik KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados Todo o acto de sufrágio atinente à eleição do Presidente da República e/ou Primeiro Ministro é um pacto social. E, como em todos os pactos sociais, há deveres, obrigações e direitos impendentes sobre todas as partes pactantes, inclusive deveres e obrigações de uns para com os outros. No caso particular do nosso país, as obrigações do Presidente da República e Titular do Poder Executivo para com aqueles que o elegeram e não elegeram (os eleitores e cidadãos em geral, inclusive para com os cidadãos estrangeiros que legal, pacata e construtivamente se estabeleceram no nosso país) são aquelas que a Constituição da República postula, por isso não vamos perder tempo em transcrevê-las aqui, mas há um tipo de dever e obrigação de índole cívico e moral que ninguém fala (e é sobre eles que iremos falar): o dever e a obrigação moral de o povo respaldar o Presidente da República na sua luta contra a corrupção e outros males que carcomem a nossa identidade, essência e idiossincrasia. Vejo muita gente desgostosa e ressabiadas com o Presidente João Lourenço (e, diga-se de passagem, que seria de uma grande desonestidade da nossa parte se disséssemos que não há motivos para tal – vemos erros perfeitamente evitáveis a serem cometidos pelo Presidente João Lourenço e a mandarem para o ralo a sua popularidade, carisma e prestigio, mas tudo isso ainda pode ser corrigido, não numa perspectiva eleitoralista, mas no âmbito do processo de diálogo franco e humilde que deverá haver entre o Presidente João Lourenço  e o povo que governa) que, apesar de terem razão nas suas reivindicações e manifestação de descontentamento, não têm noção das suas próprias falhas e omissões para com o Presidente João Lourenço. Trazemos-vos um exemplo para ilustrar o que estamos aqui a dizer: alguém se lembra de alguma vez ter sido convocada uma manifestação ou marcha multipartidária ou da sociedade civil de apoio ao Presidente João Lourenço na luta que estava a travar contra a corrupção, mesmo quando os índices de aprovação do Presidente João Lourenço estavam em alta?!… Ora bem… como é possível uma sociedade como a nossa, cheia de jovens aguerridos na reivindicação dos seus direitos, não tenha vindo a terreiro apoiar o Presidente da República no seu desejo e esforço de defenestrar a nossa sociedade de um dos grandes males de que enfermava (e ainda enferma)… a corrupção? Sabe por que não houve este apoio?!… Por ser de senso comum que o Presidente da República é um ente todo-poderoso; uma pessoa que não precisa do suporte dos angolanos. Mas não é assim. Apesar de estar protegido por um aparato humano e militarizado que inspira o respeito, o Presidente da República é somente um homem de carne e osso… um ser mortal. E como todos os mortais ele precisa do nosso apoio. É aqui onde nós, angolanos, falhamos redondamente. O Presidente da República não está imune à manipulação, sabotagem, pressão, chantagem implícita, etc, provindos de círculos e/ou pessoas detentoras de influência e poder paralelo (influência e poder político, militar, económico, financeiro, etc). É a altura (se queremos, de facto, sair da situação em que nos encontramos) de a sociedade angolense sair da letargia em que se encontra e (independentemente da pessoa que esteja no cargo) começar a fazer ouvir a sua voz de apoio ao Presidente da República nas batalhas que este tenha que enfrentar em prol de Angola e do povo angolano. Um apoio claro, audível e inequívoco que dê ao bom Presidente a confiança para actuar destemidamente em defesa dos interesses de Angola e do povo angolano. Entenda-se por “bom Presidente” a pessoa investida no cargo de Presidente da República e de Titular do Poder Executivo, cujo comprometimento com o desenvolvimento de Angola, justiça, equidade, felicidade, bem-estar e dignificação social e económica dos angolanos esteja patente nos seus actos. Ou seja, um Presidente da República que tenha não só o mandato para se sentar no cadeirão máximo do poder governativo em Angola, mas, sobretudo: 1. Que se constitua, de facto: a) Num verdadeiro e zeloso protector da ordem social, económica, política, religiosa, etc; b) Num verdadeiro promotor da justiça (cega, justa e incorruptível) e direitos humanos. c) No garante da intocabilidade[1] dos servidores públicos e cidadãos comuns que no cumprimento do seu dever cívico e obrigações para com Angola e os angolanos recalcitrarem contra o status quo da corrupção, da desordem social, da imoralidade, da negligência, da sabotagem, etc. 2. Que tenha a coragem de confrontar o status quo instalado, sabendo que o seu consulado ou reeleição não estará em perigo por força de acções retaliatórias vindas de alguns círculos políticos, económicos, castrenses ou religiosos, posto que haveria todo um povo atrás de si, assegurando a sua sobrevivência política. O que estamos a tentar explicar?!… Que independentemente de se gostar ou não da pessoa que esteja sentada no cadeirão máximo do poder político ou governativo, é mister que oremos por ele e o apoiemos nas batalhas que estiver a travar contra os males instalados na nossa sociedade. Isso não quer dizer que na hora do voto você não venha a optar por um candidato que te pareça mais confiável ou apto para conduzir os destinos de Angola e dos angolanos. ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ [1] Protecção contra eventuais retaliações. Artigo anterior Artigos relacionados Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados Novembro 27, 2025 Socialpolitik Dom José Manuel Imbamba não está

Dom José Manuel Imbamba não está equivocado, e muito menos errado!… Todos nós, angolanos emancipados (adultos), temos, de facto, a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Dom José Manuel Imbamba não está equivocado, e muito menos errado!… Todos nós, angolanos, temos a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra Apesar do escarcéu que assistimos nas hostes da Igreja Católica pela admissão pública, por Sua Excelência Reverendíssima Dom Manuel Imbamba, da sua quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra (que Deus o abençoe pela sua sinceridade e gesto de humildade), não há nenhum equívoco nas suas palavras. De facto, com a excepção das crianças e adolescentes imberbes, todos nós, angolanos, em pleno uso das nossas faculdades cívicas e mentais, temos (com maior ou menor grau de culpabilidade) a nossa quota-parte de culpa pela situação em que o país se encontra. Embora o Presidente João Lourenço tenha uma fracção maior de culpa pela situação que o país está a atravessar, pelo facto de ser o Titular do Poder Executivo e Presidente da República, é um acto de desonestidade e sinal inequívoco de ausência de conversão pensar que só o Presidente João Lourenço, os partidos políticos, a elite política e religiosa, bem como aqueles que depauperaram (e continuam a depauperar) os recursos naturais e erário público do país têm culpa pelo estado em que Angola se encontra. Olhando para alguns dos comentários postados no Facebook e outras plataformas digitais em reacção às palavras do Presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), percebe-se claramente o equívoco de muitos jovens quanto ao conceito de culpabilidade e inocência. Caríssimo irmão angolano, se conscientize desta verdade axiomática: todos nós temos a nossa quota-parte de culpa na bagunça em que o país se encontra. Uns pela sua omissão, outros por se renderem ao establishement, outros ainda por serem fanfarrões mediáticos (mandam “bwé” de bocas nas rádios, redes sociais e Youtube, mas nada de valor tangível trazem para Angola e os angolanos), ou (referimo-nos principalmente aos jovens angolanos) por gastarem o seu tempo no Facebook, Isntagram, etc,  procurando por posts sensacionalistas (mormente aqueles orientados à devassa da vida alheia) quando deviam promover discussões construtivas sobre as formas de solucionar os seus problemas por via do pensamento lógico ou engenho intelectual. Outros, de igual modo, por não se dignarem orar pelo Presidente da República, como se isso fosse algo que o Presidente João Lourenço e a sua família não merecessem (as igrejas têm que rever o seu trabalho evangelístico). Aqueles políticos, jornalistas e demais fazedores de opinião que vinham a público ou faziam memes críticos ao estilo governativo do Presidente João Lourenço sempre que este exonerasse algum membro do seu Executivo que na sua óptica não correspondia com aquilo que se esperava dele, também devem fazer a sua mea-culpa, pois, foram vocês que com as vossas críticas absurdas dissuadiram o Presidente João Lourenço a ser complacente com aqueles que não trabalhavam. Você que defendia teses insanas em favor daqueles que se tinham locupletado de milhões de dólares retirados ilegalmente do erário público, colocando-os em paraísos fiscais, também deve fazer a sua mea-culpa. Sim, Dom Manuel Imbamba tem razão ao admitir a sua quota-parte de culpa pela situação em que se encontra o país… Deixem de criticá-lo pela sua honestidade!… Com um substrato populacional constituído grosso modo por cidadãos não emancipados ou evoluídos cívica, patriótica, religiosa e politicamente, oportunistas, desprovidos de senso de justiça, honra e dignidade, hipócritas, interesseiros, desonestos, egoístas, injustos, “boqueiros” (fanfarrões), fanáticos (política e religiosamente falando), ademais covardes, Angola não podia estar de outra forma. Que cada um de nós, angolanos, faça uma introspecção conscienciosa do seu posicionamento e atitude para com Angola e os angolanos, e deixe de ser esquivo, retórico e acusatório. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Nenhum general vence uma batalha sem o amparo dos seus soldados; nenhum presidente governa sem o respaldo dos governados Novembro 27, 2025 Socialpolitik Comunicado importantíssimo sobre as razões por trás da saída forçada do portal “kissanguela.com” do ar Novembro 23, 2025 Socialpolitik Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas sociais ou políticos travestidos de activistas sociais?!…  Assim não vamos longe!… Outubro 27, 2025 Socialpolitik Carta aberta aos activistas sociais e jovens dos movimentos contestatários angolanos Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um vigoroso, patriótico e urgente APELO à elite política do país Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um mero sonho ou um AVISO premonitório para o Presidente João Lourenço?!… Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (IV) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (III) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (II) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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