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João Lourenço não é um mau presidente, mas, somente, um homem sequestrado por forças poderosas, e que precisa da ajuda (em oração e jejum) do povo que governa

Apesar do seu ar austero[1] e de ser uma pessoa de poucos sorrisos, o Presidente João Lourenço não é, de certeza absoluta, um presidente insensível a dor do povo que governa, ou uma pessoa imbuída de maus desígnios para com Angola e os angolanos, como algumas pessoas tentam fazer crer.

O Presidente João Manuel Gonçalves Lourenço é apenas um homem cujo ideário humanista e bons desígnios para com Angola e os angolanos foram subvertidos, pela acção malévola de forças poderosas que actuam nas regiões celestiais. Quem lê (ou já leu) a Bíblia saberá do que estou aqui a dizer.

Pode até parecer desrespeitoso para milhões de angolanos que passam fome e morrem em decorrência da fome e pobreza, ou mesmo parecer coisa (como dizia o Pr. Wagner) de “crentão[2]” ou de um fanático religioso, dizer o que estou aqui a dizer, mas não é. Existem, de facto, forças espirituais do mal “governando”, indirecta e sutilmente, reinos e nações, e influenciando a conduta e actos governativos de reis, presidentes, primeiros-ministros, etc, pelo mundo inteiro.

E o Presidente João Lourenço não está imune à influência e acção demoníaca dessas forças do mal que a Bíblia, no Livro de Efésios 6:12, designa de principados e potestades.

Quando falamos em principados e potestades, falamos em seres responsáveis por sabotar boas políticas e estratégias de âmbito social, influenciar ou promover políticas económicas e sociais erráticas, promover a imoralidade e a decadência ética das sociedades, etc, visando a instauração do caos e a perpetuação da dor e sofrimento, como os que estamos a vivenciar no nosso país.

Porém, isso não quer dizer que não haja por este mundo afora reis e presidentes de má índole ou perversos.

Toda a governação norteada nos valores do amor e justiça social colide com os desígnios das Trevas, pelo que qualquer tentativa de se estabelecer uma governança nos marcos dos valores divinos do amor ao próximo, altruísmo, justiça, etc, encontrará sempre resistência por parte dos seres regentes deste mundo injusto e iniquo.

É por isso que vemos muitos presidentes que ascenderam ao poder imbuídos de bons desígnios para com os seus países e compatriotas (irmãos), perderem, de repente, o foco e o “fôlego” iniciais, e sofrerem transformações visíveis no seu estilo de governação e empatia para com a dor e sofrimento do seu povo.

Para aquelas pessoas agraciadas com o dom do discernimento espiritual (todas as pessoas verdadeiramente baptizadas no Espírito Santo têm esse dom divino de ver o que os olhos humanos não conseguem enxergar), é fácil perceber a condição de pessoa espiritualmente aprisionada no semblante do Presidente João Lourenço.

A pessoa que nos está a governar não é (espiritualmente falando), a mesma pessoa que tomou posse como Presidente da República de Angola em 26 de Setembro de 2017.

Há um ou dois meses atrás, passe a redundância, uma pessoa próxima me contou que um senhor estava a exteriorizar o seu pensamento acerca do suposto alheamento e apatia governativa do Presidente João Lourenço, dizendo que não sabia o que se passava com o [nosso] Palácio Presidencial. As pessoas entram lá com bons pensamentos e vontade de fazer alguma coisa por este país, e, de repente, deixam de ser as pessoas que eram.

A influência dos principados e potestades demoníacos na vida das nações, de reis, rainhas, presidentes, etc, ou seja, na vida de homens e mulheres em cargos de relevo por este mundo afora, não deve ser menosprezada por aqueles que se dizem ou consideram cristãos.

Lutar (por via da oração e jejum) contra os principados e potestades é um dever sagrado de todo o verdadeiro cristão.

Portanto, sempre que você olhar para o Presidente João Lourenço e no aparente desatino do seu consulado, não saia por aí a atirar pedras à sua pessoa ou a desejar-lhe o mal.

Ore e, se puder, jejue, por ele e sua família, para que os cordéis invisíveis que o(s) aprisionam(s) sejam quebrados em nome daquele a quem foi dado todo o poder no céu e na terra: Jesus.

Nenhum político se despersonaliza ou abre mão do seu carisma e capital político da forma como aconteceu com o Presidente João Lourenço, a não ser que esteja refém de forças do mal, sob pressão ou a ser influenciado e/ou mal aconselhado por pessoas mancomunadas com uma agenda oculta de subversão velada do seu consulado, e drenagem da sua credibilidade e reputação, como pessoa e estadista.

É mister que os angolanos não ignorem a necessidade do apoio moral, oração e jejum em favor do Presidente João Lourenço, pois como nos fora exortado no Livro de 1 Timóteo 2:1-2, é necessário que oremos por aqueles que nos governam, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade.

Se assim não for, e a mágoa e/ou ódio ao Presidente João Lourenço te toldar o bom-senso, te impedindo de orares por ele, você estará a prejudicar-se a si mesmo, e a prejudicar, também, a sua (tua) própria família.

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[1] Pessoa rígida e de poucos sorrisos.

[2] Pessoa demasiadamente crente ou devota (confesso que nunca entendi por que ele dizia isso).

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