
“Kissanguela.com” não é, e não será, seguramente, um veículo de propagação de ideologia ou propaganda político-partidária, e muito menos de análise ou debate político de viés político-partidário.
Os desígnios perseguidos pelo nosso site são de natureza estritamente evangelística e cívico-social, e estão embasados na verdade, amor ao próximo, justiça e dignidade habitacional, social e económica dos angolanos e da pessoa humana em geral, ou seja, norteados e fundamentados nos valores e ensinamentos cristãos, e não no arrivismo político-partidário.
Mas, hoje, 29.09.2025, vamos, excepcionalmente, falar de “política”, não numa perspectiva político-partidária ou eleitoralista, mas numa perspectiva profética, pedagógica e informativa.
Como deixamos expresso no artigo intitulado “O ´PUK´ divino para o desbloqueio de Angola e livramento dos angolanos”, Deus quer que se estabeleça no país um período de sete (7) anos de silêncio político-partidário e eleitoral, e a constituição de um governo ad hoc (i.e. temporário) de unidade nacional, liderado pelo Presidente João Lourenço (por ser o presidente da República em funções) e integrado (como vice-presidentes executivos para os distintos sectores sociais) os presidentes de todos os partidos políticos com assento na Assembleia Nacional, assim como o presidente do PRA JA – Servir Angola; governo multipartidário este que teria a incumbência de (entre outras tarefas) de implementar o Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA).
A constituição de um governo multipartidário de vigência temporária e a implementação célere e resoluta das acções de infraestruturas contempladas no Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR) e demais acções previstas no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) é a única via pela qual os angolanos lograrão tudo aquilo que há mais de quinhentos anos vêm perseguindo: a sua prosperidade, felicidade e dignificação habitacional, social e económica.
O Presidente João Lourenço e o seu partido, o MPLA, e todos os líderes de partidos políticos com assento na Assembleia Nacional, bem como os seus respectivos partidos, e todos nós, angolanos, de Cabinda ao Cunene, do mar ao leste e na diáspora, ganharíamos se esta medida de emanação divina fosse acatada e ainda este ano levada à apreciação das distintas franjas da sociedade, analisada e discutida pelos partidos políticos e poderes constitucionais.
Mas, se num momento de desatino os partidos políticos na oposição (duvido que o partido no poder não descortine as vantagens e ganhos mútuos daí decorrentes, a não ser que os interesses empresariais de alguns dos nossos governantes falem mais alto que os interesses de Angola e dos angolanos), a oposição, acreditando que com o carisma e a performance dos seus líderes, activistas e cabos eleitorais poderão (mesmo recalcitrando contra Deus) ser governo em 2027, optando por irem às eleições gerais de 2027, o resultado lhes será catastrófico.
Para que não sejamos mal interpretados, convinha esclarecer que quando afirmamos que a oposição perderá as eleições gerais de 2027 não estamos a exteriorizar um desejo ou auguro pessoal, mas somente a alertar a sociedade (mormente aqueles que acreditam piamente que 2027 vai haver alternância político-partidária em Angola) para que se prepare, pois, o desfecho das eleições gerais de 2027 será diametralmente o oposto daquilo que auguram, pensam ou acreditam vir a ser.
Se os partidos políticos acreditando no estado de fragilidade que se apresenta nesta altura o MPLA em decorrência do clima de insatisfação reinante na sociedade para com o Presidente João Lourenço e o MPLA, irem às eleições gerais de 2027, serão copiosamente derrotados.
Serão derrotados pelo fragilizado MPLA por não terem seguido na direcção não errática que Ele (Deus) nos está mostrando: sete anos de silêncio político-eleitoral, constituição de um governo provisório de unidade nacional e implementação do Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA).
E isso porá a nu uma “verdade”, ainda que eventualmente equivocada: que Angola e os angolanos não constituem, de facto, a prioridade das prioridades para a UNITA e demais partidos na oposição, mas sim o poder.
E esse tipo de argumento em contexto de pré-campanha e campanha eleitoral vai, seguramente, desferir um rude golpe a oposição.
Continua no próximo artigo…