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Derrota da oposição em 2027 (II)

Outrossim, a oposição (e particularmente a UNITA) vai perder as eleições gerais de 2027 não porque falte à UNITA, ao PRA JA – Servir Angola, a FNLA, ao PRS ou ao PHA apoio popular bastante para serem partidos governantes em Angola, mas sim porque alguns desses laboriosos partidos ainda não compreenderam que Angola e os angolanos jazem sob o manto da maldição divina.

Nós, os angolanos, nos tornamos um povo apóstata da verdade e ensinamentos divinos ou cristãos (o enchimento que se assiste em muitas igrejas pseudos cristãs não é sinónimo de alinhamento aos ensinamentos e valores cristãos, mas a teologias e ensinos mundanos, muitos deles de proveniência satânica), para além, obviamente, de termos nos tornado um povo indubitavelmente egoísta, materialista, imediatista e insensível à fome, sofrimento e dor de outrem.

E para piorar as coisas, nos tornamos um povo cuja fé repousa em homens e partidos políticos, não em Deus. Se assim não fosse não estaríamos, nas vésperas de cada pleito eleitoral, a endeusar e a clamar pela ascensão de homens falhos e pecadores (não somos, todos nós, homens falhos e pecadores?!…).

Como pode um povo que coloca a sua fé e esperança em homens e/ou partidos políticos encontrar livramento e graça diante de Deus?!…

Somos não apenas maus, egoístas e insensíveis, mas também idólatras.

As pessoas são aversas à verdade, mas têm necessariamente de saber que enquanto não deixarmos de colocar a nossa fé em partidos políticos e em homens (maldito é o homem ou povo cuja fé ou esperança repousa em homens mortais, pecadores e falhos, ou em instituições terrenas), nós, angolanos, nunca sairemos da situação em que nos encontramos.

Portanto, até que o povo angolano se arrependa dos seus desatinos, egoísmo, idolatria e insensibilidade ao sofrimento do seu próximo, e se humilhe perante Deus e se predisponha a obedecer a Deus, não haverá alternância política no país.

Consultem os vosso profetas e pastores, pois é suposto terem eles intimidade com Deus. Se, de facto, eles têm intimidade com Deus, Eles irão revelar-vos a verdade ou falsidade do que estamos aqui a dizer.

Deus quer curar e abençoar Angola e os angolanos, mas, primeiro, Ele quer que aprendamos a obedecê-Lo.

E o que Deus quer (quero ouvir aqueles que dizem ser profetas e pastores ungidos do Deus Altíssimo virem publicamente desmentir-me. É um desafio que, respeitosamente, lanço a cada um deles) é que se estabeleça em Angola sete (7) anos de silêncio político-partidário e eleitoral.

Sete (7) anos de silêncio político-partidário e eleitoral, para permitir que sob a sua direcção, e gestão colegial de um governo ad hoc de unidade nacional, se trabalhe na pacificação dos espíritos por via da concretização dos desígnios sociais e económicos preconizados no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA).

Se a oposição teimar em ir às eleições em 2027, então, que pelo menos tenha, depois, a hombridade de nos dar a sua opinião acerca do desfecho do pleito.

…///…

PS. Após o anúncio dos resultados definitivos das eleições gerais de 2027, se tal vir a ocorrer por pressão da oposição, o povo saberá, finalmente, se está diante de um falso profeta ou de um verdadeiro servo-ungido de Deus.

Mas, se a oposição se submeter à vontade de Deus, mas o MPLA, não?!… Leiam o próximo artigo e saberão quais as consequências a advirem àqueles que recalcitrarem contra a vontade de Deus.

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