
Assim diz o Senhor: não sejais néscios e insensatos, vós ó habitantes desta terra que chamais de Angola.
Pelo clamor dos justos me aprouvera descer no meio de vós e fazer uma grande obra. Uma obra que mitigará as vossas dores e queixas, e devolverá a alegria, paz e dignidade que vos fora roubada.
Deixareis de ser enganados por confissões religiosas mercantilistas e falsos profetas enriquecidos à custa da vossa cegueira, cobiça [culpa vossa] e ignorância, porque a vossa sorte mudará como de dia para a noite.
O estrangeiro impio e soberbo não mais vos humilhará, e vós também não tratareis com xenofobia, preconceito e animosidade os vossos irmãos estrangeiros. A todos tratareis bem e de forma igual, independentemente da tez da sua pele, país de origem ou status económico.
Este grande e espantoso milagre que farei em Angola, e a catapultará para a ribalta e anais da história, fá-lo-ei, assim diz o Senhor, por amor e justiça para com os justos.
Abandonai, portanto, a injustiça, o egoísmo, a insensibilidade, a parcialidade e a desumanidade, e eu, assim diz o Deus Justo e Todo Poderoso, vos farei um povo próspero e invejado por muitos à vossa volta.
Mas, se assim não for, e persistirdes no caminho e práticas do abominável príncipe deste mundo, Angola continuará a ser um país fracassado e de desesperança. E vós, sim, vós homens, mulheres e jovens de cerviz dura, sereis perseguidos pela maldição atroz e sofrimento excruciante.
Com trabalho desgastante e suor torrentoso sereis castigados, e no final do mês percebereis que não importa o que façais, ou que políticas e estratégias adoptem os vossos governantes, o vosso esforço será vão. A maldição vos acompanhará e subjugará sem clemência.
Sede sábios e prudentes, atentando, reflectindo e guardando nos vossos corações o que vos será transmitido, e vereis como em tempo recorde tereis aquilo que tanto sonhais e aspirais: casa própria e condigna, prosperidade, alegria, saúde e bem-estar físico e mental, paz de espírito e dignidade social e económica.