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PEMIQVA: Criação do Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos (AMPDDESA)

O que seria o AMPDDESA?! (“AMPDEZA” é a sua pronúncia)

Bom… o Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos seria, nada mais, nada menos que uma plataforma de carácter cívico-social, apolítica e sem fins lucrativos ou reivindicativos, atinente à auscultação da sociedade em matéria de políticas e estratégias não governamentais, de índole social e económica, e carácter comunitário, como aquelas preconizadas no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos.

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Da missão do Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos (AMPDDESA)

O Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos actuaria como:

1. Um foro de diálogo e articulação da sociedade em prol dos desideratos sociais comuns;

2. Um canal de auscultação e sondagem do pensamento dos angolanos em relação a determinadas propostas de índole social e económica que por iniciativa de pessoas singulares ou colectivas requeiram o parecer dos angolanos.

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Das acções que estariam vedadas ao Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos (AMPDDESA)

Para que não haja dúvidas quanto aos desígnios apolíticos, não partidários e não reivindicativos (pelo menos no sentido clássico do termo) do Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos, este se proporá nos seus estatutos:

a) Não endossar nenhum partido ou candidato no limiar ou no decurso da pré-campanha ou campanha eleitoral;

b) Não fazer declarações, emitir ou secundar opiniões e/ou comentários de natureza política, partidária e/ou reivindicativa, ainda que implicitamente;

c) Não participar de manifestações ou marchas de repúdio contra o partido no poder, partidos políticos na oposição ou qualquer outro tipo de marcha, mas os seus membros poderão fazê-lo individualmente no âmbito do exercício dos seus direitos cívicos e políticos consagrados na Constituição.

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Da adesão ao Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos (AMPDDESA)

O Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos seria uma plataforma inclusiva, logo, aberta a todos os cidadãos nacionais sem excepção.

A adesão a esta plataforma apolítica far-se-ia por via do preenchimento de um formulário digital ou impresso, e onde apenas se requereriam o nome completo e o nº do BI, Passaporte ou doutro documento qualquer válido em Angola, de modo a que os abaixo-assinados ou resultados das sondagens a serem promovidas pela AMPDDESA, em matérias de índole social e/ou económica, sejam credíveis e aferíveis.

Do acima exposto se pode facilmente depreender que em razão dos seus desígnios meramente sociais, não haveria razão objectiva ou subjectiva para as pessoas não aderirem ao AMPDDESA por temerem represálias, o que seria de todo um absurdo, já que até mesmo o Presidente da República e membros da sua família (Exma. Senhora Primeira Dama, filhos, etc), governantes e personalidades da sociedade civil, política, eclesiástica, etc, poderiam (caso o queiram) integrá-lo na sua qualidade de filhos de Angola e/ou cidadãos desejosos de participarem deste processo histórico que irá desenrolar-se no nosso país, inscrevendo os seus nomes nos anais deste novo capítulo da história de Angola que, pela graça de Deus, vamos escrever com tinta dourada e indelével.

Com o intuito de desinibir os mais tímidos, ou dissuadir aqueles que em matérias de interesse comum gostam de ficar em cima do muro, mas são os primeiros a quererem beneficiar dos louros, uma medida deverá ser concertada entre o Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos (AMPDDESA) e as comissões (falaremos delas mais adiante) que estarão incumbidas da gestão do processo de inserção laboral e reassentamento urbano e rural: os cidadãos que se inscreverem no AMPDDESA, e participarem das sondagens oficiosas para se aferir o sentido de “voto” em propostas de índole social e/ou económica, deverão ser os primeiros a serem priorizados no processo de entrega de moradias, empregabilidade e outras vantagens a serem proporcionadas pelo PEMIQVA.

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Do domicílio do Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos (AMPDDESA)

Inicialmente o Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos funcionaria em domicílios electrónicos (computadores) gerenciados por cidadãos idóneos e conhecidos da sociedade civil (como o José Gama, Luaty Beirão, Albino Pakisi, etc), mas, numa fase posterior, isso quando o PEIUHAR estiver na sua fase avançada de implementação, ele contaria com instalações próprias em cada uma das 18 províncias do país.

As referidas instalações seriam erguidas de raiz, e equipadas com os meios de que precisariam para funcionar sem constrangimentos (terminais telefónicos, computadores, impressoras, etc).

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Do processo de auscultação (sob a égide do Amplo Movimento para a Promoção e Defesa da Dignidade Económica e Social dos Angolanos) das populações no concernente a projectos sociais, económicos, sociosecuritários e outras iniciativas não governamentais ou públicas

A auscultação da população do país inteiro far-se-ia por via de sondagem (uma espécie de “referendo” oficioso), via internet ou presencial.

Com vista a assegurar a participação dos nossos irmãos e irmãs angolanos neste processo (referimo-nos principalmente àqueles que mantêm a esperança de um dia regressarem à terra que os viu nascer ou de onde descendem), de modo a participarem das decisões que virem a ser tomadas em prol do desenvolvimento do nosso país e bem-estar do nosso povo, este processo estender-se-ia além-fronteiras, isto é, às comunidades angolanas na diáspora.

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