
À semelhança do que dissera ao povo hebreu, também hoje Deus está a dizer ao seu povo que peregrina nesta terra que se chama Angola: “Eis que faço uma coisa nova, agora (2025) sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. Os animais do campo me honrarão, os chacais, e os avestruzes; porque porei águas no deserto, e rios no ermo, para dar de beber ao meu povo, ao meu eleito. A esse povo que formei para mim mesmo; a fim de que proclamasse o meu louvor. (Isaias 43:19-21).
Deus quer e vai fazer uma obra espantosa no meio dos angolanos (quem crer viverá o suficiente para testemunhar o que estamos aqui a dizer); uma obra que os filhos das trevas tentarão a todo o custo impedir, mas fracassarão.
Após 2025, o país deverá entrar em absoluto silêncio político-eleitoral, ser liderado por um governo provisório de unidade nacional (com o Presidente João Lourenço à cabeça) e estar focado apenas naquilo de que Angola precisa para encontrar verdadeiramente a paz, se estabilizar e desenvolver de forma meteórica: a implementação do Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA).
Quem recalcitrar e (em desobediência à vontade manifesta de Deus) tentar impedir estes três desideratos divinos, será amaldiçoado.
Não tentem desafiar Deus, porque o preço a advir da zombaria será pesado e atroz. Como ireis constatar por vós mesmos, a maldição vos assolará, a vós e aos vossos filhos e netos, porque a maldição, maldição não provinda de Deus, mas resultante da vossa semeadura (teimosia e desobediência), vos alcançará.
Este aviso é extensivo aos líderes religiosos proeminentes, aqueles que têm assento no Conselho da República, pois, assim diz o Senhor, cumpram com zelo e rigor a vossa missão.
Falem com o Presidente João Lourenço e líderes dos partidos políticos da oposição sobre a importância dos “sete anos de silêncio político-eleitoral” e da necessidade da implementação com urgência do Projecto Estratégico para a Melhoria Integral para a Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) por ser por via dele que a justiça social decretada por Deus se concretizará na vida dos desempregados, pobres, desfavorecidos e injustiçados; na vida dos órfãos, viúvas, anciãos, “zungueiras”, “roboteiros”, lavadores de carro, engraxadores, crianças, adolescentes, jovens e senhoras forçadas a se prostituírem, ex-militares, antigos funcionários do extinto Ministério de Segurança do Estado e de todos aqueles que estão em sofrimento por esta Angola afora.
Se assim não procederdes, sereis cúmplices do que está a acontecer (e do que poderá vir a ocorrer) em Angola. E pagareis por isso.
A maldição e a ira do SENHOR se abaterá sobre aqueles líderes religiosos com assento no Conselho da República que não se dignarem chamar o poder político à razão.
Assim diz o Senhor: deixai o meu povo[1] sair do “Egipto[2]”, e tomar posse da nov´Angola que por mim lhes fora preparada. Não impeçais o meu povo de ser feliz.
Quem tentar impedir que Angola e os angolanos saiam da situação em que se encontram, não viverá muito tempo. Palavra do SENHOR!…
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[1] Povo angolano.
[2] Da escravidão e humilhação a que está exposto na sua própria terra, e da condição de pobreza, fome, precariedade habitacional, sofrimento e aflição em que se encontra.