
Se este acto de massas tiver como palco o Estádio 11 de Novembro, as bancadas e recinto de jogo seriam demarcados e sinalizados com as cores e/ou placas de identificação com os nomes dos partidos que as ocupariam.
Estaria, nesta altura, a vigorar um pacto político e social de tolerância e respeito mútuo entre os actores políticos e sociais do país. Lembrem-se: sete anos de silêncio político-partidário e eleitoral, e, por arrasto, de hostilização entre os actores políticos e sociais do país.
Por ser um acto que ocorreria num ambiente de graça divina, de perdão e reconciliação sincera para que Deus abençoe o nosso país e povo, cada individuo presente neste acto de massas deverá se comprometer a respeitar o Presidente da República e demais dignatários presentes no referido acto, e a ser um fiscalizador quanto à urbanidade e boa ou má conduta dos seus camaradas.
Os partidos políticos deverão ter o controlo dos seus militantes, simpatizantes e amigos, que atempadamente deverão estar avisados e conscientizados da necessidade de se respeitar os símbolos da República, a pessoa do Presidente da República, bem como da necessidade da observância do decoro e respeito mútuo.
Vaias e comentários desrespeitosos contra a pessoa do presidente da República, líderes dos partidos políticos ou contra militantes, amigos e simpatizantes de outros partidos políticos não deverá ser permitido, pelo que caberia aos próprios partidos políticos a monitorização e controlo dos seus convidados, entenda-se militantes, amigos e simpatizantes.
Todos os líderes dos partidos políticos falariam do pacto de sociedade firmado entre o Presidente da República, partidos políticos e a sociedade civil, dos ganhos a advirem deste concerto, bem como da sua contribuição em prol dos objectivos comuns perseguidos com a constituição do Governo de Unidade Nacional (GUN), etc.
Slogans e cânticos partidários não seriam permitidos no local, pois os únicos cânticos que ecoariam no local seriam aqueles que viessem engradecer o santo nome do SENHOR e a promover a paz e a reconciliação entre os homens, no caso os angolanos.
Neste acto de massas não se ouviriam palavras de exaltação à pessoa do Presidente João Lourenço ou a pessoa de algum outro líder de partido político presente no local.
Em lugar de slogans políticos e/ou partidários, procurar-se-ia exaltar e glorificar Deus com expressões como “louvado seja Deus”, “ámen!…” etc.
De igual modo, bandeiras ou pessoas trajadas com cores partidárias não seriam permitidas no evento, já que o objectivo por trás da convocação deste acto de massas não seria o de reunir militantes, simpatizantes e amigos dos distintos partidos políticos para uma manhã ou tarde de confraternização, mas sim o de reunir (fora da bolha político-partidária) angolanos desejosos de ouvirem da boca daqueles que passariam a governá-los (o presidente João Lourenço, na sua qualidade de Chefe do Governo de Unidade Nacional a ser constituído por consenso, com o beneplácito, é claro, da Igreja e da sociedade civil, e os presidentes dos distintos partidos na oposição) as boas-novas relativas às acções de melhoria social e económicas advogadas no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA).
Este acto memorável de massas encerraria com o Presidente da República se comprometendo publicamente trabalhar (no âmbito do governo de unidade nacional que lideraria) com os líderes dos distintos partidos políticos na oposição, e a dar o melhor de si em prol da consecução célere dos desígnios sociais e económicos contemplados no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA).
Este acto de massas histórico e o compromisso público de o novo Governo de Unidade Nacional trabalhar com a sociedade civil na implementação célere dos distintos planos de impacto social que conformam o Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos marcaria o advento efectivo da nova era de paz e prosperidade para Angola e povo angolano.
Estamos convictos que após este encontro memorável e histórico, o estado de crispação e animosidade que se vive no país começaria a desvanecer, para dar lugar a um ambiente social mais harmonioso e festivo.
No final, todos nós (o país, as populações do país inteiro, S. Excia o Presidente João Lourenço, os líderes dos partidos políticos, os partidos políticos, os angolanos na diáspora, etc) sairíamos a ganhar com este acto de massas multipartidário e compromissos que forem assumidos perante Deus, a Igreja e o povo angolano por aqueles que no âmbito do novo governo de unidade nacional passariam a governar-nos até á consecução, plena e cabal, dos desígnios sociais e económicos preconizados no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos.