
Ai de ti zungueira, roboteiro, quitandeira, taxista e comerciante desenrascado que grita aos quatros ventos que a vida lhe está difícil, e cospe impropérios (ofensas verbais) contra as autoridades constituídas, mas também comete injustiça, enganando o seu irmão pobre com medidas fraudulentas, corridas curtas, desvio da mercadoria que transposta ou impondo ao seu irmão preços injustos;
Portanto, escusai de serdes fraudador (enganador), para que não sejais amaldiçoados.
Lembrem-se do que vos fora dito:
“É Deus quem vos dá a capacidade de produzir riqueza” (Deuteronómio 8:18); Feliz, pois, o homem que com honestidade conduz os seus negócios (Salmos 112:5), e que tem em mente que o dinheiro ganho com desonestidade diminuirá, mas quem o ajunta aos poucos terá cada vez mais (Provérbios 13:11).
Lembrem-se sempre de que “o Senhor detesta pesos adulterados, e balanças falsificadas não o agradam” (Provérbios 20:23); balança enganosa é abominação para o Senhor, mas o peso justo é o seu prazer (Provérbios 11:1).
Não vos esqueceis nunca que “a boa reputação vale mais que grandes riquezas” (Provérbios 22:1); que “a fortuna obtida com língua mentirosa é ilusão fugidia e armadilha mortal (Provérbios 21:6), e que apesar de saborosa, a comida que se obtém com mentiras, te trará areia na boca (Provérbios 20:17), ou seja, te levará precocemente à sepultura.
Portanto, tenhais sempre em vista que se não ouvirdes o que vos está a ser exortado, a maldição vos perseguirá, alcançará e afligirá sem dó nem piedade. Vivereis e morrereis pobres, sem dinheiro e famintos.