O primeiro acto de massas multipartidário a ocorrer no Angola pós-independência (I)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X O primeiro acto de massas multipartidário a ocorrer no Angola pós-independência (I) Tendo os angolanos compreendido (e interiorizado) a necessidade do estabelecimento temporário no país de um governo multipartidário, ou seja, de unidade nacional, e concomitantemente das vantagens a advirem da suspensão (também temporária) das eleições gerais e autárquicas para nos dedicarmos, única e exclusivamente, em unidade e em um só espírito, na materialização das acções de infraestruturas e outras previstas no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (são estas acções que rapidamente colocarão o país na senda do desenvolvimento e assegurarão a dignidade social e económica dos angolanos), o passo a seguir seria a convocação daquele que seria o primeiro acto de massas multipartidário do Angola pós-independência. Seria um feito sem precedente, digno de louvor e de constar nos anais da história, e que (sem quaisquer margens para dúvidas) sinalizaria a nossa maturidade política, cívica e social. Deus quer que o referido acto ocorra num clima de tolerância, respeito e perdão mútuo entre o Presidente João Lourenço e os líderes dos partidos na oposição (principalmente com o líder da UNITA, o Eng.º Adalberto Costa Júnior), entre o povo e o Presidente João Lourenço, entre os militantes, amigos e simpatizantes dos partidos políticos (mormente entre os militantes, amigos e simpatizantes do partido no poder, o MPLA, e os da UNITA), e, obviamente, entre os angolanos em geral. O referido acto de massas com significado reconciliatório ocorreria em Luanda, no Estádio 11 de Novembro, Praça da República ou noutro local qualquer que comporte um número assazmente grande de pessoas, ocorreria em dia de tolerância de ponto ou feriado nacional, e transmitido em directo, dentro e fora do país, pelos órgãos de comunicação social públicos e privados. Sua Excia o presidente João Lourenço se faria ladear por S. Excia Adalberto Costa Júnior, presidente da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), S. Excia Nimi-a-Simbi, presidente da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), S. Excia Benedito Daniel, presidente do Partido de Renovação Social (PRS), S. Excia Florbela Malaquias, presidente do Partido Humanista de Angola (PHA), S. Excia Abel Chivukuvuku, presidente do PRA-JA Servir Angola, e por trás destes os membros do seu Executivo, entidades eclesiásticas e outras entidades cuja presença no referido acto se vir afigurar necessária. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Comunicado importantíssimo sobre as razões por trás da saída forçada do portal “kissanguela.com” do ar Novembro 23, 2025 Socialpolitik Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas sociais ou políticos travestidos de activistas sociais?!…  Assim não vamos longe!… Outubro 27, 2025 Socialpolitik Carta aberta aos activistas sociais e jovens dos movimentos contestatários angolanos Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um vigoroso, patriótico e urgente APELO à elite política do país Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um mero sonho ou um AVISO premonitório para o Presidente João Lourenço?!… Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

Estabelecimento no país de um governo provisório de unidade nacional (GUN)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X Estabelecimento no país de um governo provisório de unidade nacional (GUN) O governo ad hoc e de unidade nacional aqui mencionado seria, como é óbvio, liderado pelo Presidente da República em funções, S. Excia o Presidente João Lourenço, e nele integrariam: 1. Como 1º Vice-Presidente, uma figura do MPLA; 2. Como 2º Vice-Presidente, o Presidente da UNITA, S. Excia o Engº Adalberto Costa Júnior; 3. Como 3º Vice-Presidente o Dr. Abel Epalanga Chivukuvuku, e assim sucessivamente… Ao contrário do que se possa pensar, os referidos políticos não teriam (enquanto vice-presidentes de jure e pleno direito) um papel meramente simbólico ao nível do aparelho do Estado. Cada um deles seria responsável por uma área social vital ao nível do governo de unidade nacional, como o da educação, saúde, energia, águas e outras que impactam directamente na qualidade de vida dos cidadãos. Os seus gabinetes ou pelouros seriam orçamentados, e teriam o respaldo da Constituição para exercerem as suas funções de forma autónoma e livre, nos limites previstos na lei. Estando os pelouros da educação, da saúde, da energia, do comércio e das águas e saneamento nas “mãos” da oposição, deixaria de haver justificação plausível para a manutenção do status quo que se vive nestes sectores. E porquê?!… Por serem áreas cujas disfunções e males há muito que vêm sendo desnudados publicamente pela oposição, logo sanear estes males não constituiria (acreditamos nós) um “bicho de sete cabeças” para os partidos na oposição, pois, assim diz um antigo provérbio, “quem critica tem de fazer melhor. Portanto, esta seria a melhor altura para a oposição mostrar que também sabe e pode governar. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Comunicado importantíssimo sobre as razões por trás da saída forçada do portal “kissanguela.com” do ar Novembro 23, 2025 Socialpolitik Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas sociais ou políticos travestidos de activistas sociais?!…  Assim não vamos longe!… Outubro 27, 2025 Socialpolitik Carta aberta aos activistas sociais e jovens dos movimentos contestatários angolanos Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um vigoroso, patriótico e urgente APELO à elite política do país Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um mero sonho ou um AVISO premonitório para o Presidente João Lourenço?!… Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (IV) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik Mensagem profética para o Presidente João Lourenço (III) Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

O “PUK” divino para o desbloqueio de Angola e livramento dos angolanos (II)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X O “PUK” divino para o desbloqueio de Angola e livramento dos angolanos (II) Continuação do artigo anterior. …///… O segundo momento… O segundo momento começaria após o término do quinto ano de governo de unidade nacional, teria uma vigência de dois (2) anos, e destinar-se-ia: 1. À preparação conjunta das eleições gerais e autárquicas; 2. O lançamento da fase-piloto de experimento governativo e administrativo em contexto de normalidade urbanística, social e económica do país, alcançado com a materialização das acções de infraestrutura, urbanismo, habitação, reassentamento e outras previstas no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral das Condições de Vida dos Angolanos (PEMIQVA), ou seja, em sede de uma Angola sem musseques, fome e pobreza extrema. Terminados estes dois anos suplementares de governação sob a batuta de um governo de unidade nacional, o país voltaria à sua “normalidade” eleitoral e governativa, com a realização, em 2032 (ou 2033), das novas eleições gerais (que poderiam, eventualmente, ocorrer em simultâneo ou não com as eleições autárquicas) e tomada de posse dos poderes eleitos saídos das mesmas. Conclusão: se o ego, o desafecto, o rancor e a animosidade que muitos angolanos nutrem (pelas razoes sobejamente conhecidas) pelo Presidente João Lourenço e o MPLA, não os cegar, ou falar muito mais alto que a razão e o bom-senso; E se a ambição (em certa medida legítima) dos políticos e partidos na oposição não se sobrepor aos interesses de Angola e da grande maioria dos angolanos; Os angolanos conseguirão, finalmente, alcançar tudo aquilo por que lutaram, mas que infelizmente não conseguiram concretizar, quer pela via da luta de libertação colonial, guerra civil, estabelecimento do regime de partido único e adopção da economia centralizada, estabelecimento do multipartidarismo e adopção da economia de mercado, ou por via de manifestações de cariz reivindicativo e, muito menos, de lives cíclicas no Youtube e demais plataformas digitais, etc. Referimo-nos, entre outros, à educação e saúde de qualidade, casa própria e habitat condigno, prosperidade, paz de espírito, bem-estar, saúde, dignidade social e económica, carro próprio, etc, etc. Como disse Jesus, “tudo é possível ao que crê… ao que crê em Deus e nas suas promessas. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Comunicado importantíssimo sobre as razões por trás da saída forçada do portal “kissanguela.com” do ar Novembro 23, 2025 Socialpolitik Elite política do país… a maldição sem causa não vos alcançará, mas a que provir por justa causa, decerto que vos alcançará!… Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (II) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Derrota da oposição em 2027 (I) Outubro 29, 2025 Socialpolitik Senhores “activistas”… Vós sois verdadeiramente activistas sociais ou políticos travestidos de activistas sociais?!…  Assim não vamos longe!… Outubro 27, 2025 Socialpolitik Carta aberta aos activistas sociais e jovens dos movimentos contestatários angolanos Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um vigoroso, patriótico e urgente APELO à elite política do país Outubro 27, 2025 Socialpolitik Um mero sonho ou um AVISO premonitório para o Presidente João Lourenço?!… Outubro 14, 2025 Mensagens e Avisos Proféticos,Socialpolitik KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

O “PUK” divino para o desbloqueio de Angola e livramento dos angolanos (I))

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X O “PUK” divino para o desbloqueio de Angola e livramento dos angolanos (I) Caríssimos irmãos angolanos!… Parece mentira, mas não é. Libertar o nosso país e povo das amarras do subdesenvolvimento humano, económico, social, científico e tecnológico, desordenamento e caos urbanístico, precariedade habitacional, desemprego, fome, pobreza, altos índices de criminalidade, prostituição, morbidade e mortalidade (neonatal, infantil e adulta), etc, não é um desígnio de difícil consecução se nós, angolanos, fizermos a coisa certa. E a coisa certa a fazer é nos respaldarmos, única e exclusivamente, em Deus, pois como diz a sua Palavra, “em vão trabalham os que a edificam, se o Senhor não edificar a casa”, Salmos 127:1. Irmãos angolanos!… Por alguma razão que não conseguimos descortinar, Deus, o Justo Juiz e Artífice da nossa salvação, entendeu, pela sua santa graça e desígnio, atribuir-nos a missão de dar a conhecer à liderança política e religiosa do nosso país, bem como aos angolanos em geral, as suas ordenanças (instruções) acerca da forma como nós, angolanos, deveremos actuar, para nos livrarmos do estado de desatino e sofrimento que desde a sensivelmente 50 anos assola o nosso país, pelas razões descritas no artigo intitulado “As verdadeiras causas por trás do sofrimento dos angolanos”. Duas foram as ordenanças que nos foram mandadas por Deus entregar à liderança política e religiosa do país, bem como ao povo angolano, a saber: …///…  Ordenança n.º 1 Que se estabeleça no país um período de silêncio político-partidário e eleitoral, com duração de sete (7) anos. Estes sete anos de silêncio político-partidário e eleitoral que nos foram mandados por Deus trazer à vossa consideração e decisão final (a decisão de acatar ou não esta ordenança divina depende de vós, nós somos apenas os mensageiros da mesma), apresentar-se-iam subdivididos em dois momentos. …///… O primeiro momento… O primeiro momento (que começaria com a suspensão temporária das querelas e disputas político-eleitorais no país) conduziria ao estabelecimento de um Governo de Unidade Nacional (GUN) provisório, a funcionar nos moldes e termos que iremos descrever. Neste período de tempo não haveria eleições pluralistas em Angola, o que pressupõe dizer que os dois poderes eleitos (o Presidente da República cessante e os representantes do povo, isto é, os nossos digníssimos deputados) continuariam em funções por mais cinco anos, na verdade seriam (pelas razões que explicaremos mais adiante) sete anos, e não cinco. Nestes cinco anos sob a batuta do novo governo de unidade nacional, todo o foco e esforço convergiriam em duas tarefas primordiais, a saber: 1. Reorganização do Estado; 2. Implementação das acções de infraestruturas e outras de âmbito social e económico contempladas no Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR), Plano Estratégico para a Diversificação Efectiva da Economia, Promoção de Emprego e Empoderamento Económico e Social dos Angolanos (PEDEEPEEESA), Plano Estratégico para a Integração e Dignificação Social e Laboral dos Ex-Militares (PEIDSLEM), Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP) e noutros planos de impacto social que conformam o Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) que temos vindo a partilhar com Angola e os angolanos. Ou seja, durante estes sete anos sob a direcção espiritual de Deus e liderança governativa terrena do Presidente João Lourenço e líderes dos distintos partidos políticos na oposição, lograremos tudo aquilo que não conseguimos pelas forças das armas, pela adopção do socialismo e economia centralizada, pela adopção do multipartidarismo e economia de mercado, com as manifestações, com as lives nas redes sociais, enfim… tudo aquilo que sob a direcção de Deus e sabedoria por Ele emprestada nos permitirmos sonhar, aspirar, realizar e usufruir. Mas, para que isso aconteça todos nós angolanos (Presidente João Lourenço, Engº Adalberto da Costa Júnior, Dr. Abel Chivukuvuku, etc, o MPLA, a UNITA, a FNLA, o PRS, o PHA, o PRA-JA Servir Angola, e todos os outros partidos com ou sem assento na Casa das Leis e, obviamente, o povo angolano) teremos de fazer alguns sacrifícios e concessões em prol de Angola e do bem-comum, ou seja, dos angolanos. Sabemos que alguns desses sacrifícios e concessões exigirão dos nossos políticos e, principalmente, daquelas pessoas assazmente ressabiadas (agastadas, saturadas, zangadas, etc) com o Presidente João Lourenço, muita perspicácia e sabedoria para aceitá-los com humildade, porque para além de serem “intragáveis”, também são “dolorosas”, principalmente para aquelas pessoas que têm o ego inflado. Entretanto, convém esclarecer que apesar de algumas das concessões a serem feitas serem “dolorosas” para alguns partidos e entes políticos (“dolorosas” em razão da alienação temporária dos seus direitos e aspirações políticas e eleitorais), no final elas trarão ganhos incomensuráveis para Angola e para todos nós angolanos. Deus quer nos abençoar, mas não do jeito que concebemos no nosso imaginário individual ou colectivo. Deus quer que confiemos n’Ele e sigamos, humilde e obedientemente, as suas ordenanças. Esta é uma das formas [quase peculiar] que Deus usa para quebrar o nosso orgulho e ensinar-nos a obedecê-lo sem questionarmos as suas decisões. Lembram-se do que aconteceu com Naamã, chefe do exército do rei da Síria, um homem poderoso que padecia de lepra, enfermidade devastadora e incurável à sua época?!… Como ele fora milagrosamente curado por Deus após ter vencido a relutância inicial em obedecer o profeta Eliseu, no concernente a forma inusitada e (no seu entender de pessoa “poderosa”) “humilhante” como ocorreria a sua cura?!… Pois é, Naamã, o chefe do exército do rei da Síria, foi curado daquela doença aterradora, mas para que o milagre ocorresse ele teve que mergulhar sete vezes no rio Jordão como o profeta Eliseu lhe tinha mandado fazer (Livro de 2 Reis 5:1-15)?

SENHOR, quem em Angola creu em nossa palavra?!…

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Segurança Nacional Projectos Sociais PEMIQVA (ACÇÕES INICIAIS OU PREPARATÓRIAS) Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento Empreendedorismom Economia e Empregabilidade Ex-Militares e Segurança Pública Protecção Social às Pessoas Vulneráveis Saúde Pública, Física e Mental “Universidade” Celestial Testemunhos divinos Contacto X SENHOR, quem, em Angola, creu em nossa palavra?!… Setecentos anos antes do nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo, um servo de Deus (o profeta Isaías) profetizara sobre a descrença e resistência à verdade e ensinamentos divinos que ocorreriam na Dispensação da Graça, isto é, na Dispensação do filho de Deus, dizendo: “SENHOR, quem creu em nossa pregação [palavra]? E a quem foi revelado o braço do SENHOR?”, Isaías 53:1. Hoje, também nós, portal Kissanguela, alçamos a nossa voz aos céus para “perguntar” ao Senhor, nosso Deus: “SENHOR, tu nos comissionaste para esta missão – a missão de anunciar aos angolanos o advento de uma nova era de desenvolvimento, paz, justiça e prosperidade para Angola e os angolanos, neste Ano de Jubileu –, mas quem crerá em nossa palavra? Quem entre aqueles que levantaste se erguerão para glorificar o teu nome diante dos homens incrédulos?”. De facto, conhecendo como conhecemos o nosso povo, o povo angolano: 1. É pouco expectável (esperamos estar enganados) que jovens que frequentemente engrossam manifestações de carácter reivindicativo venham a tomar posição neste assunto, pois tudo indica que para muitos deles morrer reivindicando é mais atractivo que sentar-se à volta de uma mesa para equacionarem caminhos que conduzam à sua dignificação social e económica, e tirem suas famílias da situação de pobreza em que (infelizmente) se encontram; 2. É pouco crível que muitas das figuras públicas do país que são vistas com alguma frequência nos ecrãs de televisão e em lives (no Youtube e outras plataformas digitais) a comentarem sobre a situação social e económica do país, mormente a criticarem o governo angolano, se dignem se posicionar (não apenas com palavras, mas sobretudo com actos) em prol do bem comum; 3. É pouco provável que (com a excepção de uma ou outra) as igrejas que se intitulam de cristãs, logo acometidas com a obrigação e o dever moral de advogarem e pugnarem pela justiça social, tomem uma posição em relação ao que estamos aqui a discorrer. E por que todo este cepticismo da nossa parte?!… Por haver, no nosso país, na maioria das vezes, uma longa distância entre o falar e o fazer. Gostamos muito de falar e pouco fazer. Perdemos tempo a fazer barulho, quando devíamos nos unir e trabalharmos em conjunto na busca das melhores soluções para os problemas do país. Perdemos tempo com manifestações que não levam a lado nenhum, e muito menos trazem pão à mesa do pobre ou à boca do faminto, antes pelo contrário, só trazem mais sofrimento e dor (inclusive luto) a algumas famílias pacatas. Perdemos tempo com muita verborreia, fazendo, ano após ano, lives contínuas em plataformas digitais, sem que alguém se compenetre do facto de que não é por muito falar (falar de política) que se alterará o status quo vigente no país. Desde o mês de Julho do corrente ano que vimos (em meio a muitos obstáculos artificiais) esbracejando para chamar a atenção de Angola e os angolanos acerca do caminho que Deus traçou para nos tirar do labirinto em que nos encontramos, mas, parece que não conseguem nos ver e muito menos ouvir. E por que não nos conseguem ver, nem ouvir?!… Porque os seus olhos estão ocupados com futilidades no Facebook, e os seus ouvidos com política no Youtube. Ouçam bem, angolanos, para depois não virem dizer que não foram avisados!… Se, por soberba ou incúria da vossa parte, deixardes passar esta dádiva que Deus nos está oferecendo, neste Ano de Jubileu, por via do Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR) e dos demais planos de impacto social que conformam o Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) que temos vindo a partilhar com a sociedade angolense, o céu se encerrará sobre as vossas cabeças e a terra se esgueirará pelas portas do fundo. A não ser que sejamos falsos profetas (vós tendes muitos profetas no país… consultai-os acerca do que estamos aqui a vos dizer), estes dois sinais vos serão dados por Deus, e vão atestar ou desmentir a veracidade ou não dos factos que estamos aqui a partilhar convosco. …///… Facto n.º 1: Em caso de obediência à voz de Deus, ou seja, à sua vontade manifesta no conhecimento e instruções que estamos a partilhar com Angola e os angolanos, nós, os angolanos, lograremos, em tempo recorde, isto é, dentro de cinco (5) anos, tudo aquilo que almejamos ao longo destes cinquenta (50) anos de independência, mas que infelizmente não conseguimos (pelas mais variadas razões) concretizar. Estamos a nos referir (entre outros): a) Ao desmantelamento da totalidade dos musseques e aglomerados rurais precários do país; b) À infraestruturação e urbanização total do país; c) Ao crescimento abrupto da nossa economia, crescimento este que ocorrerá por via da entrada em funcionamento dos [cerca de] 140 000 empreendimentos produtivos por erguer no âmbito do processo de implementação do PEIUHAR e PEDEEPEEESA; d) Ao fomento da actividade agrícola, pecuária, piscatória, agro-industrial, pecuário-industrial e pesqueiro-industrial de micro e pequeno porte; e) À consecução célere, isto é, dentro dos próximos três anos, do desiderato de diversificação da economia; f) À geração massiva de centenas de milhares de postos de trabalho nos sectores primário e secundário da economia; g) À consecução, no curto prazo, do desiderato da auto-suficiência segurança e independência alimentar; h) À reversão drástica dos actuais índices de desemprego, fome, pobreza, criminalidade e prostituição (mormente juvenil e infantil) que grassam no país; i) À concretização dos desígnios de prosperidade e dignificação social e económica dos angolanos; j) Ao resgate do “orgulho”