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Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo.

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SENHOR, quem, em Angola, creu em nossa palavra?!...

Setecentos anos antes do nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo, um servo de Deus (o profeta Isaías) profetizara sobre a descrença e resistência à verdade e ensinamentos divinos que ocorreriam na Dispensação da Graça, isto é, na Dispensação do filho de Deus, dizendo: “SENHOR, quem creu em nossa pregação [palavra]? E a quem foi revelado o braço do SENHOR?”, Isaías 53:1.

Hoje, também nós, portal Kissanguela, alçamos a nossa voz aos céus para “perguntar” ao Senhor, nosso Deus: “SENHOR, tu nos comissionaste para esta missão – a missão de anunciar aos angolanos o advento de uma nova era de desenvolvimento, paz, justiça e prosperidade para Angola e os angolanos, neste Ano de Jubileu –, mas quem crerá em nossa palavra? Quem entre aqueles que levantaste se erguerão para glorificar o teu nome diante dos homens incrédulos?”.

De facto, conhecendo como conhecemos o nosso povo, o povo angolano:

1. É pouco expectável (esperamos estar enganados) que jovens que frequentemente engrossam manifestações de carácter reivindicativo venham a tomar posição neste assunto, pois tudo indica que para muitos deles morrer reivindicando é mais atractivo que sentar-se à volta de uma mesa para equacionarem caminhos que conduzam à sua dignificação social e económica, e tirem suas famílias da situação de pobreza em que (infelizmente) se encontram;

2. É pouco crível que muitas das figuras públicas do país que são vistas com alguma frequência nos ecrãs de televisão e em lives (no Youtube e outras plataformas digitais) a comentarem sobre a situação social e económica do país, mormente a criticarem o governo angolano, se dignem se posicionar (não apenas com palavras, mas sobretudo com actos) em prol do bem comum;

3. É pouco provável que (com a excepção de uma ou outra) as igrejas que se intitulam de cristãs, logo acometidas com a obrigação e o dever moral de advogarem e pugnarem pela justiça social, tomem uma posição em relação ao que estamos aqui a discorrer.

E por que todo este cepticismo da nossa parte?!… Por haver, no nosso país, na maioria das vezes, uma longa distância entre o falar e o fazer. Gostamos muito de falar e pouco fazer.

Perdemos tempo a fazer barulho, quando devíamos nos unir e trabalharmos em conjunto na busca das melhores soluções para os problemas do país.

Perdemos tempo com manifestações que não levam a lado nenhum, e muito menos trazem pão à mesa do pobre ou à boca do faminto, antes pelo contrário, só trazem mais sofrimento e dor (inclusive luto) a algumas famílias pacatas.

Perdemos tempo com muita verborreia, fazendo, ano após ano, lives contínuas em plataformas digitais, sem que alguém se compenetre do facto de que não é por muito falar (falar de política) que se alterará o status quo vigente no país.

Desde o mês de Julho do corrente ano que vimos (em meio a muitos obstáculos artificiais) esbracejando para chamar a atenção de Angola e os angolanos acerca do caminho que Deus traçou para nos tirar do labirinto em que nos encontramos, mas, parece que não conseguem nos ver e muito menos ouvir.

E por que não nos conseguem ver, nem ouvir?!… Porque os seus olhos estão ocupados com futilidades no Facebook, e os seus ouvidos com política no Youtube.

Ouçam bem, angolanos, para depois não virem dizer que não foram avisados!… Se, por soberba ou incúria da vossa parte, deixardes passar esta dádiva que Deus nos está oferecendo, neste Ano de Jubileu, por via do Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR) e dos demais planos de impacto social que conformam o Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) que temos vindo a partilhar com a sociedade angolense, o céu se encerrará sobre as vossas cabeças e a terra se esgueirará pelas portas do fundo.

A não ser que sejamos falsos profetas (vós tendes muitos profetas no país… consultai-os acerca do que estamos aqui a vos dizer), estes dois sinais vos serão dados por Deus, e vão atestar ou desmentir a veracidade ou não dos factos que estamos aqui a partilhar convosco.

…///…

Facto n.º 1: Em caso de obediência à voz de Deus, ou seja, à sua vontade manifesta no conhecimento e instruções que estamos a partilhar com Angola e os angolanos, nós, os angolanos, lograremos, em tempo recorde, isto é, dentro de cinco (5) anos, tudo aquilo que almejamos ao longo destes cinquenta (50) anos de independência, mas que infelizmente não conseguimos (pelas mais variadas razões) concretizar.

Estamos a nos referir (entre outros):

a) Ao desmantelamento da totalidade dos musseques e aglomerados rurais precários do país;

b) À infraestruturação e urbanização total do país;

c) Ao crescimento abrupto da nossa economia, crescimento este que ocorrerá por via da entrada em funcionamento dos [cerca de] 140 000 empreendimentos produtivos por erguer no âmbito do processo de implementação do PEIUHAR e PEDEEPEEESA;

d) Ao fomento da actividade agrícola, pecuária, piscatória, agro-industrial, pecuário-industrial e pesqueiro-industrial de micro e pequeno porte;

e) À consecução célere, isto é, dentro dos próximos três anos, do desiderato de diversificação da economia;

f) À geração massiva de centenas de milhares de postos de trabalho nos sectores primário e secundário da economia;

g) À consecução, no curto prazo, do desiderato da auto-suficiência segurança e independência alimentar;

h) À reversão drástica dos actuais índices de desemprego, fome, pobreza, criminalidade e prostituição (mormente juvenil e infantil) que grassam no país;

i) À concretização dos desígnios de prosperidade e dignificação social e económica dos angolanos;

j) Ao resgate do “orgulho” nacional;

k) Ao regresso espontâneo de milhares de angolanos que pelas mais variadas razões se viram forçados a emigrarem ou a se auto-exilarem, etc, etc.

…///…

Facto n.º 2: Em caso de desobediência à voz de Deus, ou seja, à sua vontade manifesta no conhecimento e instruções que estamos a partilhar com Angola e os angolanos, a maldição montará arraial em nosso quintal (solo angolano) e connosco, angolanos, coabitará.

A não ser que sejamos falsos profetas, é isso que vai acontecer.

Um período de fome e sofrimento, mais atroz do que aquele que estamos actualmente a experimentar, se abaterá, a partir do mês de Fevereiro de 2026, sobre Angola e os angolanos, marcando assim o advento do quarto ai (castigo divino).

Neste ínterim, muitos morrerão à fome, de enfermidades causadas pela insalubridade ambiental e ingestão de alimentos, fármacos, bebidas e outros bens de consumo de origem duvidosa, adulterados ou contrafeitos, outros morrerão em consequência da denegação de cuidados médicos céleres ou adequados em unidades hospitalares públicas, outros ainda pela acção de marginais, etc, ou seja, por infortúnios, eventos ou desfecho clínico que as acções contidas no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) ajudariam a prevenir ou evitar.

E, assim diz o SENHOR, nesta altura já não haverá oração, nem jejum, e muito menos clamor provindo de igrejas hereges e politizadas, que poderá salvar aqueles que desprezarem o caminho por Ele indicado para se estabelecer a justiça social, diminuir as desigualdades económicas em Angola e trazer refrigério às crianças órfãs, viúvas e anciãos desamparados.

Observação: no próximo artigo partilharemos com a sociedade angolense os termos estabelecidos por Deus para tirar Angola e os angolanos da situação aflitiva em que se encontram.

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