As verdadeiras razões por trás do sofrimento dos angolanos

Amados irmãos angolanos!…
Que a graça e paz de Deus repouse sobre vós.
Trazemos-vos este artigo para vosso conhecimento e sóbria reflexão, já que sem este conhecimento e reflexão consciente e humilde, muito dificilmente tomaremos ciência dos nossos erros individuais e colectivos, e, por conseguinte, da maldição (e males) que nós, individual e/ou colectivamente, temos vindo a atrair contra nós mesmos, país e povo.
Vivemos um contexto bastante conturbado e de profunda ansiedade e perplexidade decorrente da pobreza e outros males que afligem Angola e os angolanos.
Para muitos, esta é uma situação que decorre da incapacidade governativa do MPLA, mas, tanto quanto sabemos, as razões do sofrimento que afligem os angolanos são mais profundas que aquelas que a grande maioria dos angolanos julga saber.
O MPLA e o Presidente da República na sua qualidade de Titular do Poder Executivo terão de certeza absoluta a sua quota-parte de culpa por terem falhado em algumas das políticas, estratégias e decisões por si tomadas, mas, como dizíamos em um dos vídeos publicados no Youtube, há razões muito mais profundas por trás do desatino (a guerra fratricida foi um desses desatinos) e sofrimento que se abateu de forma assazmente dolorosa sobre Angola e os angolanos.
E (acreditem no que vos estamos a dizer) uma dessas razões é a maldição resultante da adopção, pelo então Partido-Estado, o MPLA, do marxismo-leninismo (não estamos a nos referir ao socialismo em si ou aos seus ideários utópicos, mas bem-intencionados, como o da igualdade social, oportunidades iguais, etc), mas de uma das suas teorias mais aberrantes e satânicas postuladas pelo ignominioso “materialismo dialéctico de Marx e Engels”: a negação da existência de Deus.
Com a consagração do ateísmo e concomitantemente da apostasia, aos poucos, o país e famílias inteiras outrora tementes a Deus foram arrastados à apostasia, encabrestados e forçados ao culto da personalidade a homens pecadores, como se deuses ou semideuses se tratassem.
O culto e a adoração a Deus foram suprimidos, propriedades e bens da igreja confiscados e cristãos perseguidos, presos ou mesmo martirizados [mortos] em razão da recalcitrância na sua crença e fé em Deus.
Este foi o primeiro dos desatinos e factor por trás do primeiro ai (entenda-se, juízo) que se abateu sobre Angola e os angolanos, até 1992. Os eventos ocorridos nesse período falam por si: 27 de Maio de 1977, morte prematura e inesperada do Presidente Neto, recrudescimento da guerra fratricida, morte de milhares de angolanos, destruição das infraestruturas económicas, subdesenvolvimento e pobreza, etc, etc.
O segundo ai
Em 31 de Maio de 1991 o Engº José Eduardo dos Santos assina com o seu irmão e adversário de circunstância, o Dr. Jonas Savimbi, na qualidade de presidente da República, o famigerado Acordo de Paz de Bicesse. O povo entra em êxtase, e uma inusitada expectativa e esperança em dias melhores toma os corações dos angolanos.
O marxismo-leninismo e todos os males que ele personificava e/ou representava (a negação da existência de Deus em favor das teorias evolucionistas absurdas de Charles Darwin é uma delas) cai por terra, e a ira inflamada de Deus é aplacada.
Mas, quando se esperava que o país voltasse à sã doutrina e aos mandamentos e preceitos divinos para que Deus se apiedasse do nosso país e o abençoasse, eis que um outro desatino e perversidade toma conta dos corações cauterizados dos angolanos: os valores da justiça e do amor, bem como da caridade para com as crianças e adolescentes órfãos, viúvas, anciãos, cegos, coxos, mutilados, pessoas portadoras de albinismo, etc, simplesmente minguaram dos corações dos angolanos e de muitos cidadãos estrangeiros que cá vivem, dando lugar ao egoísmo, descaso, insensibilidade e desprezo para com os desamparados, vulneráveis e necessitados.
Outrossim, muitos dos governantes e servidores públicos deste país outrora criados sob os ditames dos mandamentos divinos e ensinamentos cristãos simplesmente viraram as costas a Deus, enveredando (por via de pactos, rituais, sacrifícios e práticas isotéricas) pelo caminho do ocultismo e culto dissimulado a satanás.
A apostasia que era suposto ser uma consequência do marxismo-leninismo, agora retornara por via de igrejas mercantilistas e templos de “adivinhos” travestidos de santuários do Deus Santíssimo e Todo-Poderoso.
Diferentemente do que acontecia no tempo de partido único, o mal floresceu e se tornou impúdico, alcançando os fundamentos e átrios de instituições secularmente tidas como santas e idóneas.
Hoje, a corrupção, a politização e a instrumentalização assentaram arraial no seio da igreja decrépita e corrupta.
Milhares de ovelhas de Cristo acabaram seduzidas e enfeitiçadas por teologias satânicas e ensinamentos promovidos por falsos profetas, muitos deles vindos de outras paragens.
Neste ínterim, milhares de bebés, crianças, adolescentes, jovens, adultos e anciãos morreram (e continuam a morrer) em decorrência de enfermidades perfeitamente evitáveis com saneamento urbano adequado, desatenção médica ou incapacidade de suportarem o custo de exames laboratoriais, tratamento e aquisição de medicamentos essenciais, bem como de inanição, decorrente da fome, num país onde há pessoas que esbanjam dinheiro e comida de forma despudorada.
Por causa destas coisas a terra geme e se contorce de dores;
Por causa destas coisas é que os habitantes deste país estão a ser assolados com fome e carestia;
Por causa destas coisas é que o povo sofre;
Por causa destas coisas é que o clamor da igreja há muito se tornou inaudível aos ouvidos de Deus;
Por causa destas coisas é que Deus tem confundido os eruditos, intelectuais e tecnocratas deste país;
Por causa destas coisas é que os títulos de PHD, doutores, mestres e licenciados outorgados pelas melhores universidades do mundo quase ou nenhuma serventia tangível têm para o país e para o povo faminto e desesperançado. E isso, não porque lhes falta conhecimento e capacidade, mas porque o Senhor lhes toldou o conhecimento, a visão estratégica e o engenho, pois, como está escrito, “se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Salmo 127:1).
O Senhor quer (e vai) abençoar o nosso país e os seus habitantes, contudo, Ele quer que produzamos frutos dignos de arrependimento (Mateus 3:8). E o amor, a bondade, a justiça, a caridade e a compaixão são alguns destes frutos santos; frutos catalisadores das bênçãos divinas que Deus quer derramar sobre Angola, angolanos e cidadãos estrangeiros aqui radicados.
Se assim não for, o progresso deste país e o sonho dos angolanos continuarão adiados ad eterno, independentemente de quem quer que esteja no poder.
O terceiro ai
O terceiro ai (tempo de dor e sofrimento) decorre do egoísmo, injustiça e insensibilidade presentes nos corações de homens maus, oportunistas e perversos detentores de cargos públicos.
Homens desprovidos do senso de justiça e amor nos seus corações cauterizados pela maldade e insensibilidade;
Homens que querem que os seus filhos vivam bem, estudem nas melhores escolas do Reino Unido, EUA, etc, para amanhã serem os cabeças deste país, e os teus filhos caudas, ou simples silhuetas em meio a plebe, ou seja, ao “zé povinho”;
Homens que vos querem ver de cima;
Homens que querem que vós os saudeis com vénias, pois estão obcecados por honrarias humanas e reverência da vossa parte, honrarias e reverência estas que lhes são imerecidas, por serem pessoas desprovidas de justiça e humanidade.
O quarto ai
O quarto ai dependerá da forma como a sociedade angolense receber as advertências, conhecimento e instruções que Deus lhes está dando.
Se crerdes no conhecimento, sabedoria e instruções aqui partilhados, encontrareis graça diante de Deus e os teus dias na face da terra serão prolongados. Sereis abençoados… muito abençoados!…
Mas, se não crerdes e/ou não vos moverdes com fé na direcção que o SENHOR vos está indicando, então, uma era de sofrimento ainda mais atroz e inexorável se abaterá sobre Angola e os angolanos.
E nesta altura já será tarde para arrependimentos. Muita gente morrerá de fome, depressão, doenças e outros males que seriam evitados se se tivessem dignado ouvir a voz de Deus.
Uns serão acometidos de doenças repentinas e inesperadas que os levarão prematuramente à sepultura por não lhes ser prestada à atenção médica e medicamentosa adequada, outros encontrarão a morte ao serem assaltados na via pública, jovens e donas de casa serão surpreendidas na calada da noite, estupradas e assassinadas, e, nesta altura, na altura do suplício excruciante ou morte agonizante, lhes será lembrado que Deus na sua omnisciência já tinha antecipadamente lhe proporcionado os meios para o seu livramento por via do Projecto Estratégico para a Melhoria da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) que em 2025 vos fora dado por Deus, mas que simplesmente ignorastes por soberba (falta de humildade) ou estardes ocupados com futilidades nas redes sociais, sobretudo no Facebook.
Desperta ó povo angolano do sono profundo em que te encontras mergulhado!…
Saia da paralisia do sono em que te encontras preso, e vem ouvir as boas-novas acerca das coisas que o SENHOR preparou para ti, por ser um Deus misericordioso.
Depois disso, calar-se-ão as trombetas, a revelação recolhida, a graça retraída…
E, então, começará um novo advento… o advento de uma nova era de sofrimento ainda mais atroz do que aquela que estamos actualmente a viver.
Ai de ti Angola!…
Ai de vós angolanos presunçosos e soberbos que acreditais que o vendaval não vos alcançará!…
O SENHOR trará o juízo e o prejuízo em vossas casas, para que percebais que maldito é o homem que despreza o Seu conselho.