A expectável derrota da oposição em 2027

“Kissanguela.info” não é, e não será, seguramente, um veículo de propagação de ideologia ou propaganda político-partidária, e muito menos de análise ou debate político de viés político-partidário.
Os desígnios perseguidos pelo nosso site são de natureza estritamente evangelística e cívico-social, e estão embasados na verdade, amor ao próximo, justiça e dignidade habitacional, social e económica dos angolanos e da pessoa humana em geral, ou seja, norteados e fundamentados nos valores e ensinamentos cristãos, e não no bairrismo ideológico ou político-partidário.
Mas, hoje, 09.10.2026, vamos, excecionalmente, falar de “política”, não numa perspetiva político-partidária ou eleitoralista, mas numa perspetiva profética, pedagógica e informativa.
Como deixamos expresso no artigo intitulado “O ´PUK´ divino para o desbloqueio de Angola e livramento dos angolanos” https://kissanguela.info/o-puk-divino-para-o-desbloqueio-de-angola-e-livramento-dos-angolanos/, Deus quer que se estabeleça no país um período de sete (7) anos de silêncio político-partidário e eleitoral, e a constituição de um governo ad hoc (i.e. provisório) de unidade nacional, liderado pelo Presidente João Lourenço (por ser o presidente da República em funções) e integrado (como vice-presidentes executivos para os distintos sectores sociais) os presidentes de todos os partidos políticos com assento na Assembleia Nacional, assim como o presidente do PRA JA – Servir Angola.
O referido governo multipartidário teria a incumbência de (entre outras tarefas) de implementar o Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA).
A constituição de um governo multipartidário de vigência temporária e a implementação célere e resoluta das acções de infraestruturas contempladas no Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR) e demais acções previstas no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) é a única via pela qual os angolanos lograrão tudo aquilo que há mais de quinhentos anos vêm perseguindo: a sua prosperidade, felicidade e dignidade habitacional, social e económica.
O Presidente João Lourenço e o seu partido, o MPLA, e todos os líderes de partidos políticos com assento na Assembleia Nacional, bem como os seus respectivos partidos, e todos nós, angolanos, de Cabinda ao Cunene, do mar ao leste e na diáspora, ganharíamos se esta medida de emanação divina fosse acatada e ainda este ano levada à apreciação das distintas franjas da sociedade, analisada e discutida pelos partidos políticos e poderes constitucionais.
Mas, se, num momento de desatino e soberba, os partidos políticos na oposição[1] acreditarem que com o carisma e a performance dos seus líderes, activistas e cabos eleitorais poderão (mesmo recalcitrando contra Deus) ser governo em 2027, optando por irem às eleições gerais de 2027, ao invés de se concertarem entre si (e com o partido no poder) em prol desse desiderato divino e de bom-senso, o resultado lhes será assazmente catastrófico, amargo e perturbador.
Para que não sejamos mal interpretados, convinha esclarecer que quando afirmamos que a oposição perderá as eleições gerais de 2027 não estamos a exteriorizar um desejo ou auguro pessoal, mas somente a alertar a sociedade (mormente aqueles que acreditam piamente que 2027 haverá alternância política em Angola) para que se prepare, pois, o desfecho das eleições gerais de 2027 será diametralmente o oposto daquilo que auguram, pensam ou acreditam vir a ser.
Se os partidos políticos na oposição, acreditando no estado de fragilidade que se apresenta nesta altura o MPLA em decorrência do clima de insatisfação reinante na sociedade em relação ao Presidente João Lourenço e ao partido no poder, o MPLA, pressionarem e/ou irem às eleições gerais de 2027, acreditem… serão copiosamente derrotados!…
Serão derrotados pelo fragilizado MPLA por não terem seguido na direcção não errática que Deus nos está mostrando: sete anos de silêncio político-eleitoral, constituição de um governo provisório de unidade nacional e implementação do Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA).
E isso porá a nu uma “verdade”, ainda que eventualmente equivocada: que Angola e os angolanos não constituem, de facto, a prioridade das prioridades da UNITA e demais partidos na oposição, mas sim o poder.
E esse tipo de argumento em contexto de pré-campanha e campanha eleitoral vai, seguramente, desferir um rude golpe à oposição.
Outrossim, a oposição (e particularmente a UNITA) vai perder as eleições gerais de 2027 não porque falte à UNITA, ao PRA JA – Servir Angola, a FNLA, ao PRS ou ao PHA apoio popular bastante para serem partidos governantes em Angola, mas, sim, porque alguns desses laboriosos partidos ainda não compreenderam que Angola e os angolanos jazem sob o manto da maldição divina.
Nós, os angolanos, nos tornamos um povo apóstata da verdade e ensinamentos divinos, particularmente de Cristo[2], para além, obviamente, de termos transformado Angola num país de egoístas, materialistas, imediatistas e insensíveis[3].
E para piorar as coisas, nos tornamos um povo cuja fé repousa em homens e partidos políticos, não em Deus.
Se assim não fosse, não estaríamos, nas vésperas de cada pleito eleitoral, a endeusar e a clamar pela ascensão de homens falhos, desonestos e pecadores.
Como pode um povo que coloca a sua fé e esperança em homens e/ou partidos políticos encontrar livramento e graça diante de Deus?!…
Somos não apenas maus, egoístas e insensíveis, mas também idólatras.
As pessoas são aversas à verdade, mas têm necessariamente de saber que enquanto não deixarmos de colocar a nossa fé em partidos políticos e em homens (maldito é o homem ou povo cuja fé ou esperança repousa em homens mortais, pecadores e falhos, ou em instituições terrenas), nós, angolanos, nunca sairemos da situação em que nos encontramos.
Portanto, até que o povo angolano se arrependa dos seus desatinos, egoísmo, idolatria e insensibilidade ao sofrimento do seu próximo, e se humilhe perante Deus e se predisponha a obedecer a Deus, não haverá alternância política no país.
Consultem os vosso profetas e pastores, pois é suposto terem eles intimidade com Deus.
Se, de facto, eles têm intimidade com Deus, Eles irão revelar-vos a verdade ou falsidade do que estamos aqui a dizer.
Deus quer curar e abençoar Angola e os angolanos, mas, primeiro, Ele quer que aprendamos a obedecê-Lo.
E o que Deus quer (quero ouvir aqueles que dizem ser profetas e pastores ungidos do Deus Altíssimo virem publicamente desmentir-me. É um desafio que, respeitosamente, lanço a cada um deles) é que se estabeleça em Angola sete (7) anos de silêncio político-partidário e eleitoral.
Sete (7) anos de silêncio político-partidário e eleitoral para permitir que sob a sua direcção e gestão colegial de um governo ad hoc de unidade nacional, se trabalhe na pacificação dos espíritos por via da concretização dos desígnios sociais e económicos preconizados no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA).
Se a oposição teimar em ir às eleições em 2027, então, que pelo menos tenha, depois, a hombridade de vir a público reconhecer que fora tudo menos inteligente, sóbria e visionária.
Adalberto Costa Júnior, líder da UNITA, propôs ao Presidente da República, João Lourenço, um Pacto para a Estabilidade e Reconciliação Nacional[4], mas fez vista grossa aos artigos (se calhar vai dizer que não teve contacto com os mesmos) publicados no nosso portal (kissanguela.info), mormente aquele que faz alusão ao estabelecimento no país de um período de silêncio político e eleitoral (período de 7 anos de vigência) e a convergência de vontades e esforços atinentes à constituição de um Governo de Unidade Nacional que una esforços e trabalhe com a sociedade civil, política, castrense e religiosa em prol da pacificação dos espíritos e resgate da dignidade social e económica do povo angolano.
Mas, talvez por acreditar (ledo engano!…) que em 2027 chegará ao cadeirão máximo da República de Angola, Adalberto optou por ignorar o mais importante. E o mais importante neste momento (e nos momentos subsequentes da vida deste país e dos angolanos) é seguir a voz e direcção de Deus.
Sem o estabelecimento do referido período de sete (7) anos de silêncio político e eleitoral, estabelecimento de um governo pluripartidário provisório e a implementação do Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) que até Novembro do ano transato (2025) vínhamos partilhando com Angola e com os angolanos (estamos a receber muitos emails solicitando a continuação da publicação dos vários planos de impacto social e económico afins ao referido projecto de génese divina), Angola e os angolanos nunca encontrarão o caminho para o desenvolvimento, prosperidade e refrigério, ou seja, o caminho para a saída do estado de subdesenvolvimento e de crise económica e social em que, respectivamente, estão mergulhados.
Anotem o que vos estamos aqui a dizer: façam o que fizerem… Venha o partido ou presidente que vier… A maldição fustigará Angola e os angolanos de forma ainda mais drástica e inexorável, depois das eleições gerais de 2027.
Depois não digam que não foram avisados!…
Sete (7) anos…
Apenas sete anos de lucidez, bom-senso e humildade vos está a ser requerido por Deus.
Sete anos nos separam da prosperidade e felicidade!…
Pensem nisso angolanos!…
Pensem nisso Igreja de Cristo!…
[1] É pouco crível que o partido no poder não descortine as vantagens e ganhos mútuos decorrentes desta medida, a não ser que os interesses empresariais de alguns dos nossos governantes falem mais alto que os interesses de Angola e dos angolanos.
[2] O enchimento que se assiste em muitos templos de igrejas pseudos cristãs não é sinónimo de alinhamento aos ensinamentos e valores cristãos, mas a teologias e ensinos mundanos, muitos deles de proveniência satânica
[3] Somos insensíveis à fome, sofrimento e dor de outrem.
[4] Também referido como pacto de estabilidade ou pacto nacional político.