O “PUK” divino para o desbloqueio de Angola e livramento dos angolanos

Caríssimos irmãos angolanos!…
Parece mentira, mas não é. Libertar o nosso país e povo das amarras do subdesenvolvimento humano, económico, social, científico e tecnológico, desordenamento e caos urbanístico, precariedade habitacional, desemprego, fome, pobreza, altos índices de criminalidade, prostituição, morbidade e mortalidade (neonatal, infantil e adulta), etc, não é um desígnio de difícil consecução, se nós, angolanos, fizermos a coisa certa.
E a coisa certa a fazer é nos respaldarmos, única e exclusivamente, em Deus, pois como diz a sua Palavra, “em vão trabalham os que a edificam, se o Senhor não edificar a casa”, Salmos 127:1.
A coisa certa a fazer é acatarmos incondicionalmente a vontade de Deus e suas ordenanças.
E uma das suas ordenanças é que se estabeleça em Angola um período de silêncio político-partidário e eleitoral, com duração de sete (7) anos.
Estes sete anos de silêncio político-partidário e eleitoral que nos foram mandados por Deus trazer à vossa consideração e decisão final (a decisão de acatar ou não esta ordenança divina depende de vós, nós somos apenas os mensageiros da mesma), apresentar-se-iam subdivididos em dois momentos.
O primeiro momento…
O primeiro momento (que começaria com a suspensão temporária das querelas e disputas político-eleitorais no país) conduziria ao estabelecimento de um Governo de Unidade Nacional (GUN) provisório (https://kissanguela.info/estabelecimento-no-pais-de-um-governo-provisorio-de-unidade-nacional-gun/), a funcionar nos moldes e termos que iremos descrever.
Neste período de tempo não haveria eleições pluralistas em Angola, o que pressupõe dizer que os dois poderes eleitos (o Presidente da República cessante e os representantes do povo, isto é, os nossos digníssimos deputados) continuariam em funções por mais cinco anos, na verdade seriam (pelas razões que explicaremos mais adiante) sete anos, e não cinco.
Nestes cinco anos sob a batuta do novo governo de unidade nacional, todo o foco e esforço convergiriam em duas tarefas primordiais, a saber:
- Reorganização do Estado;
- Implementação das acções de infraestruturas e outras de âmbito social e económico contempladas no Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR), Plano Estratégico para a Integração e Dignificação Social e Laboral dos Ex-Militares (PEIDSLEM), Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP) e noutros planos de impacto social que conformam o Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) que desde meados do ano passado (2025) vínhamos partilhando com Angola e os angolanos, por via do site “kissanguela.info” (kissanguela significa “partilha”, “sociedade”, etc, na língua nacional quimbundo).
Ou seja, durante estes sete anos sob a direcção espiritual de Deus e liderança governativa terrena do Presidente João Lourenço e líderes dos distintos partidos políticos na oposição, lograremos tudo aquilo que não conseguimos pelas forças das armas, pela adopção do socialismo e economia centralizada, pela adopção do multipartidarismo e economia de mercado, com as manifestações (algumas delas de desfecho trágico), com as lives nas redes sociais, enfim… tudo aquilo que sob a direcção de Deus e sabedoria por Ele emprestada nos permitirmos sonhar, aspirar, realizar e usufruir.
Mas, para que isso aconteça todos nós angolanos (Presidente João Lourenço, Engº Adalberto da Costa Júnior, Dr. Abel Chivukuvuku, etc, o MPLA, a UNITA, a FNLA, o PRS, o PHA, o PRA-JA Servir Angola, e todos os outros partidos com ou sem assento na Casa das Leis e, obviamente, o povo angolano) teremos de fazer alguns sacrifícios e concessões em prol de Angola e do bem-comum, ou seja, dos angolanos.
Sabemos que alguns desses sacrifícios e concessões exigirão dos nossos políticos e, principalmente, daquelas pessoas assazmente ressabiadas (agastadas, saturadas, zangadas, etc) com o Presidente João Lourenço, muita perspicácia e sabedoria para aceitá-los com humildade, porque para além de serem “intragáveis”, também são “dolorosas”, principalmente para aquelas pessoas que têm o ego inflado.
Entretanto, convém esclarecer que apesar de algumas das concessões a serem feitas serem “dolorosas” para alguns partidos e entes políticos (“dolorosas” em razão da alienação temporária dos seus direitos e aspirações políticas e eleitorais), no final elas trarão ganhos incomensuráveis para Angola e para todos nós angolanos.
Deus quer nos abençoar, mas não do jeito que concebemos no nosso imaginário individual ou colectivo. Deus quer que confiemos n’Ele e sigamos, humilde e obedientemente, as suas ordenanças.
Esta é uma das formas [quase peculiar] que Deus usa para quebrar o nosso orgulho e ensinar-nos a obedecê-lo sem questionarmos as suas decisões.
Lembram-se do que aconteceu com Naamã, chefe do exército do rei da Síria, um homem poderoso que padecia de lepra, enfermidade devastadora e incurável à sua época?!… Como ele fora milagrosamente curado por Deus após ter vencido a relutância inicial em obedecer o profeta Eliseu, no concernente a forma inusitada e “humilhante” (no seu entender de pessoa “poderosa”) como ocorreria a sua cura?!…
Pois é, Naamã, o chefe do exército do rei da Síria, foi curado daquela doença aterradora, mas para que o milagre ocorresse ele teve que mergulhar sete vezes no rio Jordão como o profeta Eliseu lhe tinha mandado fazer (Livro de 2 Reis 5:1-15)?
Como dizem as escrituras sagradas, “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”, Tiago 4:6.
Às vezes o milagre não acontece em nossas vidas porque relutamos em tirar as sandálias dos nossos pés, ou seja, o orgulho dos nossos corações. E é por isso que Deus nos leva para o reformatório divino sempre que nos quer ensinar o “Bê-A-Bá” da humildade e levar-nos ao caminho do aprendizado prático e espiritual de reconhecer as nossas próprias limitações, e concomitantemente aprendermos a colocar nossas vidas e aspirações sob sua direcção e dependência.
Estes sete (7) anos de silêncio político-partidário e eleitoral ajudarão não só a curar a sociedade angolense no que ao orgulho e mentalidade partidarizada diz respeito, mas também a mortificar os nossos desígnios e aspirações para permitir que os desígnios de Deus norteiem Angola e os angolanos.
No final, todos nós sairemos a ganhar: Angola, o povo angolano, o Presidente João Lourenço, os líderes dos partidos políticos na oposição, o MPLA, a UNITA, a FNLA, o PRS, o PHA, o PRA-JA Servir Angola, enfim… todos sem excepção.
Se os líderes políticos e as franjas da população que legitimamente auguram por uma alternância política no país desprezarem o caminho que Deus na sua graça lhes está mostrando, acreditando em uma hipotética alternância em 2027, convinha que se conscientizassem que esta alternância não vai ocorrer até que o nosso povo aprenda a colocar a sua fé exclusivamente em Deus, e não em partidos políticos e homens falíveis.
O segundo momento…
O segundo momento começaria após o término do quinto ano de governo de unidade nacional, teria uma vigência de dois (2) anos, e destinar-se-ia:
- À preparação conjunta das eleições gerais e autárquicas;
- O lançamento da fase-piloto de experimento governativo e administrativo em contexto de normalidade urbanística, social e económica do país, alcançado com a materialização das acções de infraestrutura, urbanismo, habitação, reassentamento e outras previstas no Projecto Estratégico para a Melhoria Integral das Condições de Vida dos Angolanos (PEMIQVA), ou seja, em sede de uma Angola sem musseques, fome e pobreza extrema.
Terminados estes dois anos suplementares de governação sob a batuta de um governo de unidade nacional, o país voltaria à sua “normalidade” eleitoral e governativa, com a realização, em 2032 (ou 2033), das novas eleições gerais (que poderiam, eventualmente, ocorrer em simultâneo ou não com as eleições autárquicas) e tomada de posse dos poderes eleitos saídos das mesmas.
Conclusão: se o ego, o desafecto, o rancor e a animosidade que muitos angolanos nutrem (pelas razoes sobejamente conhecidas) pelo Presidente João Lourenço e o MPLA, não os cegar, ou falar muito mais alto que a razão e o bom-senso…
E se a ambição (em certa medida legítima) dos políticos e partidos na oposição não se sobrepor aos interesses de Angola e da grande maioria dos angolanos;
Os angolanos conseguirão, finalmente, alcançar tudo aquilo por que lutaram, mas que infelizmente não conseguiram concretizar, quer pela via da luta de libertação colonial, guerra civil, estabelecimento do regime de partido único e adopção da economia centralizada, estabelecimento do multipartidarismo e adopção da economia de mercado, ou ainda por via de manifestações de cariz reivindicativo, debates de índole político e/ou social no Youtube, rádios privadas, etc.
Como disse Jesus, “tudo é possível ao que crê… ao que crê em Deus e se submete à sua vontade.