A covardia dos dissimulados

Ter medo de perder a vida é uma característica normal e inata ao homem mortal.
Vacilar ou ter medo de desafiar a morte faz parte do instinto ou kit natural de sobrevivência do ser humano.
Portanto, você não deve sentir-se mal por não ter a coragem de responder aos apelos subliminares para se levantar contra o poder legalmente instituído e tentar derrubá-lo pelas forças das armas.
O que deve nos envergonhar é o fingimento, a duplicidade, a insinceridade…
O que deve nos envergonhar é a dissimulação. Não a falta de coragem para tomarmos atitudes irreflectidas, insensatas e suicidas em nome de agendas políticas e/ou partidárias opacas.
Como já o dizíamos em Outubro de 2025, e voltamos a dizê-lo mais uma vez, aqui, em nome da verdade, bom-senso e desígnio de paz, concórdia e sã convivência entre os angolanos, há formas expeditas de tornarmos em realidade tangível os nossos sonhos e anseios colectivos ou comuns, sem precisarmos de enveredar pela senda da subversão do Estado Democrático de Direito, derramarmos sangue ou sacrificarmos desnecessariamente as vidas preciosas de pacatos cidadãos, mormente de jovens briosos, pacatos e promissores.
Depois da luta anticolonial e de libertação que nos levaram à independência nacional, aos 11 de Novembro de 1975, você não precisa mais de fazer o sacrifício derradeiro de morrer para assegurar que aqueles que amas vejam e vivam numa Angola sem assimetrias, de justiça social e de igualdade e oportunidades iguais.
Você não precisa de morrer ou perder entes queridos para mudar a Angola que temos hoje!…
O sacrifício derradeiro só deve ser feito quando há uma razão plausível para uma tomada de decisão desta magnitude.
E, convenhamos, ainda que alguns círculos políticos e alguns (não todos, obviamente) angolanos radicados no exterior do país te tentem convencer do contrário, não há, no caso particular do nosso país, Angola, razão plausível para te levar a abdicar da vida.
Morrer pela pátria e seu povo é um gesto nobre e honroso. Morrer por oportunistas, demagogos e manipuladores, não!…
Morrer por uma agenda partidária e/ou eleitoral oportunista ou egocentrista, é uma burrice descomunal. E é isso que vemos em Angola. Jovens a morrerem movidos por apelos demagogos e agendas subversivas ocultas.
O que vemos na sociedade angolense é uma idiotice pungente.
Jovens bastante briosos a serem manipulados e empregues como ferramenta de subversão.
Jovens promissores a serem usados como marionetas em prol de causas e desígnios obscuros.
Seja uma pessoa com ideias, opinião e decisões próprias, não uma “Maria-vai-com-as-outras”.
Não aceita ser arregimentado para actos atentatórios contra a ordem política, democrática e constitucional.
Somente não se cale ante à injustiça e perversidade.
Tenha sempre a coragem de criticar o que está mal, mas fá-lo sempre com honestidade intelectual, e não por motivações político-partidárias.
Faça sempre ouvir a tua voz, mas de forma construtiva, franca e respeitosa.
Não faça como fizeram algumas pessoas próximas a nós que após receberem a notificação da ida ao ar do nosso site, se acovardaram ao perceberem a presença de algumas temáticas tidas como tabus.
Do universo de pessoas que receberam a notificação para visitarem o nosso site e tomarem contacto com o seu acervo temático, apenas uma interagiu e continua a interagir connosco em defesa de Angola e dos angolanos.
Esta pessoa – um patriota convicto –, fê-lo e continua a fazê-lo por Angola e pela segurança nacional do nosso país, mesmo não sendo um funcionário dos serviços de segurança.
Os restantes, algumas delas (como dissemos) pessoas próximas a nós, nunca se dignaram manifestar o seu apoio ou tecer quaisquer comentários acerca do nosso trabalho em prol do trabalho evangelístico, Angola e os angolanos.
Excepto um, todos os outros se quedaram mudos e surdos…. se acovardaram sem motivo plausível.
Embora nunca tenham se dignado em dizê-lo, sabemos que o que os levou ao silêncio, mesmo visitando o site (há pessoas que sentem medo até da própria sombra), foram os artigos com enfoque nas pessoas do presidente João Lourenço (e sua família) e do General Miala.
Por falta de afinidade com o divino e discernimento espiritual levou a que estas pessoas não percebessem a bênção divina subjacente em cada um dos artigos de carácter profético, admoestativo e abençoador[1] endereçado à pessoa do presidente João Lourenço, sua esposa (a Exma. Sra. Ana Dias Lourenço[2], seus filhos (filhos adultos) e à pessoa do General Fernando Garcia Miala, este último por alguma razão que caberá ele próprio descobrir pela via da oração, sincera e devota, a Deus.
Angolanos, acreditem… o que está nestes artigos não é elucrubação mental, é profecia e promessa.
É por isso que esses e outros artigos de índole profético e/ou preditivos ficarão em destaque na nossa página Home, como lembrete e testemunho de que a mensagem divina fora entregue.
Como disséramos em um dos artigos publicados no pretérito ano de 2025, o presidente João Lourenço não é um mau presidente ().
O Presidente João Lourenço é apenas um homem que um dia sonhou em fazer a diferença em prol de Angola e dos angolanos, mas que esbarrou numa realidade que ele desconhecia: a actuação de principados e potestades[3] na área em que passaria a actuar como presidente da República.
Mas, como disséramos um dia, Deus o ama e quer que ele continue à frente dos destinos de Angola e dos angolanos, mas esta liderança sob umbrela divina não deverá ocorrer no âmbito da realidade política-eleitoral vigente, mas APENAS no âmbito de um governo de unidade nacional (GUN) que, como dissemos nos artigos intitulados “https://kissanguela.info/os-caminhos-para-a-paz-reconciliacao-e-unidade-dos-angolanos/” e “https://kissanguela.info/estabelecimento-no-pais-de-um-governo-provisorio-de-unidade-nacional-gun/”, deverá ter sete (7) anos de vigência.
Talvez seja por isso (ou por outro propósito divino que não conseguimos descortinar) que Deus nos mandara evangelizar (por via de escritos) S. Excia o Presidente João Lourenço e sua casa, de forma indirecta e incessante, mesmo que ele não esteja no poder ou em condições físicas de participar da vida política.
Pode haver um desígnio divino que à semelhança do profeta Jonas o presidente João Lourenço poderá não estar a enxergar, mas que em algum momento, fruto de alguma iluminação, despertamento ou lucidez espiritual (lucidez mental e espiritual não são a mesma coisa) poderão levar o presidente João Lourenço à Nínive[4].
Tudo é possível para aquele que crê em Deus e nos seus desígnios.
[1] As mensagens e instruções neles contidas emanam da vontade de Deus.
[2] À semelhança da nota informativa que remetêramos à S. Excia Presidente João Lourenço, também remetemos uma missiva à S. Excia Dra. Ana Dias Lourenço sugerindo a sua conversão e a conversão da sua casa (família) a Deus.
Deus quer fazer uma grande obra no seio da família do Presidente João Lourenço, e se ela (família) deixar, uma grande honra, prestígio e estima pública se abaterá sobre ela.
A sociedade angolense verá com os próprios olhos o que estamos aqui a dizer.
[3] Há um artigo que a seu tempo virá a público, que falará da influência dos principados e potestades na vida e trabalho de pessoas coroadas e chefes de governos não convertidos, isto ao nível mundial.
[4] Atino com o seu verdadeiro chamado, missão e propósito de vida.
Atenção: na nossa humilde (mas construtiva) opinião, o Presidente João Lourenço devia refletir e atentar no que disse a “mais-velha” Rita Weba. Camarada Presidente, não destrua o legado que pode (com ajuda de Deus, é claro) construir e deixar para Angola e os angolanos.