Os caminhos para a paz, reconciliação e unidade dos angolanos

A resistência à verdade e voz de Deus é, a par do egoísmo e soberba latentes nos corações dos angolanos, uma das principais causas do estado de desnorte, atraso e atolamento em que se encontra Angola.
O egoísmo, a falta de amor ao próximo e o afastamento progressivo e crescente da verdadeira Palavra de Deus em prol de ensinamentos falsos que se opõem à verdade bíblica e têm origem em espíritos enganadores (“O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demónios”, 1 Timóteo 4:1-3), são alguns dos muitos males de que enferma o nosso país e que vem postergando o desígnio divino de abençoar Angola e os angolanos.
Alguém um dia dissera que vox populi, vox Dieu (“a voz do povo é a voz de Deus”), mas o correcto seria dizer (se esta fosse uma asserção verdadeira e categórica no seio das famílias e sociedade angolense) que vox Dieu, vox populi, ou seja, que “a voz de Deus é a voz do povo”.
Se a voz de Deus fosse de facto a voz do povo, de certeza absoluta que não estaríamos na situação em que nos encontramos hoje.
As pessoas perdem tempo a equacionar caminhos e fórmulas para colocarem a UNITA e o Engº Adalberto Costa Júnior à frente dos destinos de Angola e dos angolanos, em substituição do MPLA e do presidente João Lourenço tidos por muitos como erráticos na condução dos destinos do país, quando o mais sensato e assertivo seria se unirem e trabalharem juntos na busca das melhores soluções para os problemas económicos e sociais mais candentes do país, e só depois (é um direito que lhes assiste) pensarem no cadeirão máximo do poder político em Angola.
Mas, não…
Perdemos tempo com manipulação, demagogia e sofisma político-partidária;
Perdemos tempo com manifestações sezonais que não nos levam a lado nenhum e muito menos trazem pão à mesa do pobre ou boca do faminto, mas, antes pelo contrário, só acentuam ainda mais o sofrimento e dor dos angolanos.
Perdemos tempo com muita verborreia e “passerelles” mediáticas no Youtube e rádios privadas, sem que alguém se compenetre do facto axiomático de que não é por muito falar de política doméstica, ou fazer activismo político-partidário travestido de activismo social, que se alterará o status quo vigente no país.
A resolução dos problemas de Angola e dos angolanos está mesmo diante de nós angolanos, mas, por sermos míopes, recalcitrantes à verdade e soberbos (cremos que somos um povo especial… um povo que mesmo sem Deus conseguirá sair da situação aflitiva em que se encontra) não conseguimos atinar com o caminho que nos conduzirá para fora do labirinto em que nos encontramos.
Se, ao invés de Deus, os angolanos continuarem a colocar a sua esperança no partido político A ou B, ou a sua fé em homens falhos e demagogos, e continuarem insensíveis à fome, dor e sofrimento excruciantes a que estão votadas muitas crianças órfãs e/ou necessitadas por esta Angola afora, decerto que serão defraudados nos seus anseios, no que a prosperidade, dignidade (social e económica) e paz social diz respeito, pois, como dizem as Escrituras Sagradas (Salmo 127), “Se o Senhor não edificar a casa [nação], em vão trabalham os que a edificam”.
Como disséramos num dos artigos aqui publicados, não importa que partido ou político venha sentar-se no cadeirão máximo do nosso país… Sem a direcção e bênção de Deus Angola continuará desatinada e adiada, e os angolanos deserdados da graça de Deus.
E se houver alguém que duvide do que estamos aqui a dizer, que fique atento aos eventos que se desenrolarão após as eleições gerais de 2027: a situação económica e social de Angola e dos angolanos agravar-se-á (não por inépcia do partido governante, mas por maldição), e com ela o desatino, o sofrimento e a desesperança.
Se não ouvirdes e acatardes à voz e vontade de Deus no concernente ao estabelecimento de um período de 7 anos de silêncio político-eleitoral no país (quem não leu o artigo intitulado “O ´PUK´ divino para o desbloqueio de Angola e livramento dos angolanos”, publicado neste portal, que o leia para entender o que está em jogo), preferindo antes confiar na vossa inteligência, agenda e cálculos políticos, acreditando que é o partido A ou B, ou o Fulano, Beltrano ou Sicrano quem vos livrará da fome e da pobreza, então (perdoem-nos a frontalidade e franqueza), vós sois tolos e cegos, e por isso sofrereis e vivereis uma vida vazia e sem expectativa. Todo o soberbo é convencido e averso à verdade e conselhos, até ao dia em que tardiamente percebe que foi um tolo em não ouvir a voz de Deus.